2010/07/25

LEIRIA: ALEXANDRE HERCULANO e o Bicentenário do seu nascimento

DENTRO DE TI, Ó LEIRIA: ALEXANDRE HERCULANO NO 1º CENTENÁRIO

Que esta luz no interior do Castelo de Leiria possa contribuir para ajudar a construir as novas caravelas que hão-de guiar Portugal pelos MARES encapelados da actualidade!...



Os Leirienses comemoraram, da forma como se descreve seguindo o link acima, o Centenário do nascimento do ilustre político e homem das Letras portuguesas, que foi Alexandre Herculano.

Veremos o que se irá passar no decorrer deste ano, agora que ocorre o Bicentenário da mesma efeméride!...

Por todos os motivos sobejamente conhecidos e mais os que se prendem com o momento actual que Portugal atravessa - com variadíssimos traços de união com a época de Alexandre Herculano, de decadência do sistema político, económico e social - seria de todo útil, promover acções evocativas e de reflexão profunda e sistemática  sobre o melhor rumo possível que os Portugueses actuais têm o DEVER indeclinável de propor para o nosso País!

Com toda a urgência!
Ainda estamos a tempo de evitar a repetição dos nefastos erros do nosso Passado colectivo!...

7 comentários:

Isa disse...

Boa noite!
Apesar de estar de férias ñ desliguei o botão da Amizade.
Sempre ligado! E ainda bem.
Tenho uma admiração enorme por Alexandre Herculano.
Estudei-o e admiro as várias facetas
principalmente o Romance histórico.
Ainda bem que lembrou esta data.
Beijo.
isa.

Antonio Branco disse...

reflexão? acho que a política desconhece o termo...
já não acredito que consigamos evitar nada... somos um comboio sem travões.
Um abraço!

carol disse...

Bem lembrado, amigo António. Pelo que se tem lido nos jornais, parece que o país inteiro está um pouco esquecido do bicentenário e mais ainda do homenageado -Alexandre Herculano. Já nem se fala nele na escola! Qualquer dia ninguém sabe quem foi! E, no entanto, para além de ser o fundador da história moderna, escreveu coisas lindíssimas em termos de romance histórico.

Micael Sousa disse...

Os meios e mecanismos existem, mas quem os usa?
Quantos são os que participam nas assembleias de freguesia e municipais. Quantos os que participam sempre que se criam períodos de discussão pública para um determinado assunto? Quantos são os que se deslocam às instituições de poder local pedindo esclarecimentos e informações?

Quantos são os que se mobilizam em associações e instituições capazes de criar o lobby positivo de acção e pressão perante o poder politico?

Quantos são os que aderem aos partidos com espírito critico e de contribuir para o bem comum na altura das tomadas de decisões?

Quando exigimos ética e cidadania aos nossos concidadãos deveremos primeiro fazer um exame de auto-reflexão de modo a aferirmos se realmente fazemos tudo o que podemos para contribuir.

já dizia Voltaire: "Todo o Homem é culpado do Bem que não faz"

Micael Sousa disse...

Com a ânsia de escrever nem felicitei por mais esta boa sugestão de homenagem e de leitura.

as-nunes disse...

Caro Micael Sousa

Temos, a maioria de nós, que fazer uma violentíssima auto-crítica por não participar, minimamente, nos momentos e nas instituições em que temos possibilidade de fazer ouvior a nossa opinião e até de pressionar no sentido de se encontrar os melhores caminhos a trilhar, em mira, o interesse público.

Somos todos culpados pelo actual estado da Nação. Sem dúvida. Temos que ser mais intervenientes.

Verdade seja dita, entretanto, que o Poder instituído, quando tem força e intuição para isso, pode e consegue intimidar os mais bravos nas suas acções em prol da comunidade.
O medo das represálias devia ser banido dos nossos instintos e formação psicológica.

Vamos a fazer um esforço suplementar para impormos as nossas razões?

Micael Sousa disse...

Bem, as instituições ou poder só acontecem através da acção de pessoas e para pessoas. Se o factor aqui em causa são as pessoas, é como diz, basta mudar atitudes dessas pessoas que somos nós. Bastam pequenos gestos, muitos dos quais identificou.
Não diria que devemos impor as nossas razões. Dizia que devemos escutar mais as razões dos outros para definir as nossas próprias e então depois passar à acção.