2011/04/09

Leiria e o país das lamentações

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6 comentários:

Maria Paz disse...

Antigamente iam para o albergue. Mas ninguém gostava de ir para lá. Sendo assim, dormem no jardim, limam as paredes e bancos da ponte e andam por aí a desnorte e desnorteiam quem por eles passa.
Modernices

Isabel Soares disse...

Pelo menos alguém usufrui dos bancos do jardim. Eu, que adoro espaços abertos, acho que se não fosse a obrigatoriedade de cumprimento das normas, também era capaz de dormir uma soneca destas,em certas tardes de estio, se tivesse quem me velasse o sono.

Catarina disse...

Já passei pelas brasas num banco de jardim. O verão passado, em Paris, depois de ter visitado Sacré Coeur. Não me cheguei a deitar, mas dormitei sentada! : ) E foi agradável. Não fiquei inibida porque no outro banco uma outra senhora, turista de aparência, dormia com a cabeça encostada ao ombro do marido. O dia estava soalheiro, a caminhada tinha sido longa... : )

Luís Coelho disse...

Ontem estive aqui e quis deixar-te um abraço neste amor à nossa cidade e à sua história feita por gente como nós

O cansaço era muito e sai em silêncio sem que dessem por mim.

A objectiva está sempre bem posicionada e existem coisas que nos impressionam positivamente.

Neste teu poema de tormentos, quantos vão por aí nas sombras das árvores que nos sobram.....

A história faz-se todos os dias e quantos se deixam navegar nas sombras desconhecidas, não querendo recomeçar nem se esforçando por acordar..........

Um abraço e um bom domingo.
Gostei de ouvir-te na rádio Batalha.
Bom programa e bons temas.

Paulo Roberto Wovst Leite disse...

Fez-me lembrar do tempo que morava em Porto Alegre e ia dormir no parque da Redenção depois do almoço, bons tempos...
Faz tempo!

Abraços,
Paulo.

Observador disse...

Gosto de Leiria.

Talvez o facto de ter grandes amigos na cidade me leve a sentir algo acrescentado pela cidade do Lis.