2011/11/02

Largo da Sé de Leiria: um estaleiro que se eterniza!


Por quanto tempo mais?!...
(mesmo assim, se se ampliar a fotografia, pode-se apreciar flores lilás (nesta altura do ano?!) dum jacarandá.)
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Ao mesmo tempo (hoje). 
Os pormenores do Largo, que se mostram a seguir, talvez contrabalancem aquele desconsolo do inestético estaleiro ali especado há que tempos! 


Fotos tiradas do 2º andar do prédio da antiga "Pharmácia Paiva", o da fachada de azulejos azuis - viúva lamego - com figurações alusivas a Hipócrates, Galeno e, eventualmente, a Sócrates (uma história para contar noutra oportunidade). 
Esta fachada, que remonta aos fins do século XIX, é, talvez, conjuntamente com o Castelo de Leiria, das preciosidades de Leiria mais fotografadas pelos turistas de todo o mundo que demandam estas paragens. Como é possível ficar-se impassível face a tanta insensibilidade demonstrada pela colocação e manutenção durante tanto tempo do estaleiro de obras que lá está a deslustrar uma das principais salas de visita da cidade? 
@as-nunes

6 comentários:

Luís Coelho disse...

Bom dia caro amigo.
Estamos contigo nesta luta. O tempo passa e as obras arrastam-se. Os estaleiros e as ruas continuam esburacadas.

Rui Pascoal disse...

Insensibilidade é o que não falta aqui aos fotógrafos, eternizando o Amor.
:)

as-nunes disse...

Luís

Não é admissível que se tenha transformado o Largo da Sé, de tantas e tão significativas reminiscências da história de Leiria, num estaleiro, durante tanto tempo. E, pelos vistos, é para continuar. Não consigo perceber como é que não há mais apego por manter este Largo mais apresentável. O turismo passa, inevitavelmente, por aqui.

Não se podia arranjar um dos cantos mais obscuros do centro histórico para se instalar aquelas latas inestéticas?

Inacreditável.

as-nunes disse...

Rui

Pode crer que aquele banco tem uma predisposição ideal para o arrulho de pombos.

Mas, naquela companhia!

carol disse...

E é bem bonita!
Mas as obras... é à portuguesa! Arrastam-se, arrastam-se, arrastam-se... Tudo com muita tranquilidade como diz o outro!

Eduardo Miguel Pereira disse...

As obras em Portugal, e a sua impossibilidade de acabarem dentro dos prazos, devia ser motivo de estudo aprofundado.

E uma queixa formal junto da Câmara ?