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2013/08/23

Falando de ACÁCIO de PAIVA: uma pedrada na memória silenciosa?


Acácio de Paiva, nasceu em Leiria, no dia 14 de Abril de 1863. Foi um brilhante poeta (Altíssimo Lírico e o maior Humorista da Poesia Portuguesa), jornalista (chegou a ser Diretor de «O Século Ilustrado» e de «O Século Cómico» no decorrer das duas primeiras décadas do séc. XX) e, como Dramaturgo, escreveu várias peças para o Teatro de Revista dessa época áurea das letras e das artes portuguesas.

O livro, cuja capa se mostra acima, vai ser apresentado no dia 6 de Setembro pelas 21:00h, na sala "Celeiro" da Fundação da Caixa Agrícola de Leiria, pelo Dr. Orlando Cardoso, brilhante escritor, Diretor que foi do Jornal de Leiria, jornalista conceituado, emérito investigador da história Leiriense (particularmente a ligada às letras), poeta inspirado e de méritos reconhecidos, professor, etc. 
Entretanto, o meu ilustre e muito estimado amigo, Dr. Arménio de Vasconcelos (*), autor do Prefácio, fará também uma dissertação sobre Acácio de Paiva e o historial da aventura (da qual ele próprio é uma das personagens de relevo) do autor, ao se ter abalançado a esta temeridade, que é «falar de Acácio de Paiva», das suas múltiplas facetas literárias e das muitas personalidades do mundo das artes, das letras e da política que foram seus companheiros de tertúlia...
O Dr. Paulo Costa, psicólogo do hospital de Leiria, brilhante poeta, amigo e companheiro de Tertúlia dos Serões Literários das Cortes, também se prontificou a colaborar com um arranjo musical sob temas poéticos ao estilo de Acácio de Paiva.



Numa das badanas deste livro o autor considerou ser muito relevante e útil transcrever a apologia de Acácio de Paiva que outro conceituado representante das letras e da cultura nacionais, a quem Leiria muito deve, lhe escreveu, nos idos anos de 1968. Trata-se do Dr. Américo Cortez Pinto.

É, também, da maior justiça, relevar que esta publicação só foi possível, graças ao apoio editorial da Junta de Freguesia de Leiria, cujo estímulo foi determinante para o autor se impor a si próprio como que um dever e uma obrigação moral de coligir toda a informação esparsa sobre a vida e obra de Acácio de Paiva, de modo a que este trabalho pudesse ser tornado público ainda no decorrer deste ano de 2013, precisamente o ano em que se comemoram os 150 anos do seu nascimento. Pode dizer-se, muito sinceramente, que os inevitáveis caprichos do Tempo e «de espaço», também poderão ter aqui o seu quinhão de responsabilidade por algumas lacunas que possam vir a ser encontradas. De qualquer modo, o autor, assume-se, desde já, em qualquer circunstância, o principal responsável pela escolha  do método de abordagem da estrutura do presente livro e do seu conteúdo, por muito incompleto que ele se possa apresentar. 

Pelos aludidos caprichos do Tempo, este é um ano de eleições autárquicas em que, administrativamente, a Freguesia de Leiria vai passar a integrar (em pé de igualdade com Pousos, Barreira e Cortes, assim terá de ser) uma «União de freguesias». Mas esse facto jamais poderá ser evocado para justificar qualquer alegada hierarquização de valores nem sequer de preferência pessoal.
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(*) Pode ler-se do seu vastíssimo currículo consultando este endereço: http://armenio-vasconcelos.blogspot.pt/

@as-nunes 

2013/06/21

Escrever um livro: uma aventura inolvidável e de contornos sempre imprevistos...

Escrever um livro monográfico, Biográfico e Antológico, tudo ao mesmo tempo, é cansativo.



Acácio de Paiva
muito mais que o lídimo poeta Leiriense que se tem divulgado...

E quando se trata de falar de um personagem que desenvolveu uma intensa atividade literária, poeta,  jornalística, dramaturgo, no decorrer de grande parte da primeira metade do século XX, a percorrer como Diretor de Jornal e redator de outros, é de nos sentirmos de regresso a tempos tão longínquos e tão atuais, que até arrepia...

E vai demorar a regressar aos tempos presentes...

@as-nunes

2013/05/17

Nomeou-me Leiria embaixador

Capela/Santuário da Sra. da Encarnação - Leiria

Nomeou-me Leiria embaixador
Para saudar-vos nesta hora clara
          Do mais vivo esplendor
Que jamais, até hoje se alumiara
E cedi com vaidade: pela minha
Terra, minha saudade há tantos anos
E que é da Estremadura alta rainha
E por vós dois: excelsos soberanos
Crede: Leiria é digna de visita.
[...]

Acácio de Paiva
1863-1944

- Em 29 de Junho próximo, em Leiria: apresentação do livro "Falando de Acácio de Paiva". Sessão integrada nas comemorações do mês da Junta de Freguesia de Leiria e do 150º Aniversário do Nascimento do "Insigne Poeta Leiriense".

@as-nunes

2013/05/04

Para quê tantos acordos ortográficos?


Tenho passado o meu tempo a debruçar-me sobre documentos, livros e revistas, escritos desde os fins do século XIX e a atualidade.

A ideia é escrever um livro em que vai haver interesse em reproduzir textos em verso escritos segundo as normas dos vários acordos ortográficos.

Ora, como se sabe, os ditos acordos ortográficos entre Portugal e o Brasil e, mais recentemente, entre os vários países de língua oficial portuguesa, são mais que muitos, ao longo dos últimos cem anos...

A questão concreta. Será útil manter a ortografia usada nos anos 30, antes e depois do acordo de 1931, no que respeita a reproduzir um poema?

Ando com este dilema. Os motivos, para mim, neste caso concreto, são mais sentimentais que filológicos! 

Mas eu também não serei a pessoa mais indicada para me pronunciar com propriedade plena sobre tão candente questão!  

Alás, no que respeita ao atual Acordo Ortográfico, ainda mantenho a dúvida. Que fazer? Como deverei escrever o livro que está já na sua fase de revisão? Uso ou não uso o Novo Acordo?

Estou a pensar em que um livro não é para usar e deitar fora, como se fosse um jornal diário!...
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Leia-se o 3º comentário nesta entrada.


2013/04/27

Falar às aves e ver papoulas... papoilas...

Uma papoila vermelha!... Há que tempos que andava para a fotografar, uma papoula vermelha! Só encontrava papoulas cor de laranja! Credo!... 

Julgo ser um milhafre. Fotografei-o na zona das Garruchas, logo a seguir à Cumeira, a caminho da Batalha ou do Reguengo do Fétal, aqui em Leiria. Tive que fazer várias ampliações mas não consegui melhor.
A máquina é de boa resolução mas a ave voava alto e deu por mim a apontar aquela coisa...não quis falar comigo...
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Cá continuo de volta do livro! Estou nos dois primeiros lustres do séc. xx!...
@as-nunes