Quem vem da Estrada das Cortes (liga a cidade de Leiria às Cortes), corta à direita para o lugar da "Ponte do Cavaleiro". Para fazer esta ligação pode seguir pela "Travessa do Moinho Ponte do Cavaleiro".
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A justificação desta referência toponímica reside num Moinho de Água que aqui havia em tempos idos, como se pode ainda comprovar pela fotografia ao lado.
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Este pormenor dum painel de azulejos existente na parede exterior da casa onde em tempos funcionou o Moinho já citado representa um local, 2 km a jusante, mesmo ao lado da ponte que atravessa o Lis nas Cortes, sede da freguesia com o mesmo nome. Esta imagem será das mais vistas e completas do que eram os moinhos de
água do Rio Lis. É conhecido pelo Moinho da Nora.
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Ao atravessar a Ponte do Cavaleiro propriamente dita, pode observar-se o Rio Lis (*), hoje com uma corrente relativamente forte, dada a chuva contínua que tem caído nestas últimas semanas.
João Cabral recolheu e deixou registado nos "Anais do Município" de Leiria a Lenda do Cavaleiro que deu origem ao nome atribuído a este lugar da freguesia das Cortes - Leiria.
Para o caso de o leitor se mostrar interessado em a conhecer aqui deixo um link para o respectivo texto, integrando o meu blogue http://viveremleiria.blogspot.com
(*)João Cabral recolheu e deixou registado nos "Anais do Município" de Leiria a Lenda do Cavaleiro que deu origem ao nome atribuído a este lugar da freguesia das Cortes - Leiria.
Para o caso de o leitor se mostrar interessado em a conhecer aqui deixo um link para o respectivo texto, integrando o meu blogue http://viveremleiria.blogspot.com
O Rio que liga a localidade de "Fontes", freguesia de Cortes e o Atlântico, atravessando e dividindo ao meio a cidade de Leiria, escreve-se, actualmente, como "Lis" e não "Liz". No entanto, ainda existem várias placas toponímicas com a palavra "Liz" escrita. A tendência mais consentânea é para se utilizar Lis em vez de Liz. Esta versão tem muito a ver com as teorias que explicam a etimologia da própria palavra Leiria, pelo que se concluiu pelo uso da palavra Lis.
Existem vários estudos devidamente fundamentados nesse sentido e um dos que mais me impressionou, pela clareza da exposição e objectividade histórica da formação deste topónimo leiriense, foi escrito pelo conhecido poeta local, natural das Cortes, José Marques da Cruz e pode ler-se no livro I "ReCortes", edição do jornal das Cortes.
Existem vários estudos devidamente fundamentados nesse sentido e um dos que mais me impressionou, pela clareza da exposição e objectividade histórica da formação deste topónimo leiriense, foi escrito pelo conhecido poeta local, natural das Cortes, José Marques da Cruz e pode ler-se no livro I "ReCortes", edição do jornal das Cortes.

Mais uma excelente lição sobre a tua cidade de eleição:))
ResponderEliminarE que belos são so moinhos de água.
Gostei imenso deste texto.
ResponderEliminarUma vez visitei um moínho de vento, mas moínho de água nunca vi.
Achei muito interessante a explicação do nome Lis - que eu conheci como Liz...
Muio bom post.
Um abraço
Mariazita
É espantoso como um Inverno especialmente copioso, pode por si mesmo, modificar tanto a paisagem ao ponto de criar oportunidades para fotos tão interessantes como estas!
ResponderEliminarAMIGO ANTÓNIO
ResponderEliminarAPETECE-ME VIAJAR CONTIGO...
que bem que ilustras esses percursos por onde passas!!!
EU...
ainda estou que nem sei,
sinto-me levitando.
Que ninguém
hoje me diga nada.
Ainda estou em transe,
após a montagem da exposição...
Imaginemos que era daqueles eventos
em que, havia inauguração com a artista presente, fotógrafos e comunicação social à volta...
Ui...nem quero pensar nisso!!!
Um acto de absoluta solidão
deu-me tanto prazer,
com uma imensidão
de pessoas, como seria?
Anuncio e faço o convite para a minha exposição no blog:
http://momentos-perfeitos.blogspot.com/
Lógico que entendo não ser possível todas as pessoas a quem participo, estarem presentes, no entanto gostaria que visses o convite, pois escolhi a melhor foto da exposição para o fazer.
Bom fim de semana
O moinho já não existe? Na foto parecia estar em bom estado. Se se perdeu, também se perde um pouco da cultura da cidade.
ResponderEliminarOlá António.
ResponderEliminarO que eu aprendo sobre Leiria no seu blogue.
Há, ou havia, um restaurante nas Cortes que também era um moinho. Ainda existe? Comia-se bem, mesmo ao lado do Lis.
Um abraço e bom Domingo.
Já tinha lido este artigo, até tirei daqui duas fotos para uma publicação no facebook, e hoje coloquei como site para um lugar do Facebook.
ResponderEliminarUma bela descrição amigo.
Parabéns
ResponderEliminarhttps://www.facebook.com/martinho.horta