2011/10/11

Hortênsias, dálias...em sede da ACLAL


Uma hortênsia e uma dália
Nos jardins do Museu Maria da Fontinha
Além do Rio, Gafanhão, Castro Daire. 
No último de 5 dias a visitar o Centro de Portugal, de Celorico da Beira, a Castro Daire, sempre que possível a viajar de automóvel por estradas nacionais e municipais, alcançámos este local paradisíaco, com o pretexto de participar numa Assembleia Geral da ACLAL (1).
Ainda que tencione deixar aqui uma reportagem mais elaborada sobre essa Assembleia Geral e sobre os desígnios culturais em prol da Lusofonia desta Academia e sobre o Museu Maria da Fontinha (2), desta feita, pretendi anexar aqui este singelo apontamento mostrando-vos duas flores com que este mês de Outubro, que já não se consegue descortinar se é Outono, se Verão, se Primavera, nos presenteou antes de se dar início à maratona da Ordem de Trabalhos. Essa OT continha tão só 20 pontos. Começou às 15h45. Eram quase 21 horas quando eu e a Zaida nos vimos forçados a sair em direcção a Leiria. Só quem conhece minimamente aquela zona é que pode imaginar o que é transitar naquelas estradas estreitas e sinuosas, encosta acima, encosta abaixo, lá ao fundo o Rio Paiva, no meio de uma zona florestal densíssima. É a coisa mais fácil deste mundo perdermo-nos e acabarmos por andar às voltas, à nora, em plena serra. Nem o GPS nos consegue acudir!

Claro, chegados à A24, a partir daí a fluidez e velocidade do tráfego muda da noite para o dia. Mas, e chegar lá? E ainda tínhamos 230 km pela frente, que o dia seguinte era de trabalho já previamente programado.
Este interessantíssimo projecto que é a ACLAL justifica plenamente todos estes trabalhos e canseiras!...
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(1) ACLAL - Academia de Letras e Artes Lusófonas (www.aclal.org ou http://aclalusofonas.blogspot.com )
(2) Pode-se ficar com uma ideia de como é este fabuloso Museu consultando este blogue em
http://dispersamente.blogspot.com/search/label/museu%20maria%20da%20fontinha
@as-nunes
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4 comentários:

  1. Deviam ter pernoitado por lá. Sempre davam mais umas voltinhas e tiravam mais fotografias para nos mostrar. Além de que se torna algo perigoso andarem por aí perdidos noite dentro!

    Beijinhos

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  2. Viva, Carol

    E olhe que não é por não ter havido convite para lá passar a noite, o que teria sido uma ocasião maravilhosa.
    O amanhecer naquele local, na parte superior da encosta, Serra de S. Macário, Serras e serras a perder de vista, num raio de cerca de 180º, o Rio Paiva adivinhando-se no vale, toda a área um autêntico jardim Botânico, deve ser fabuloso.
    O local é de sonho e dado à inspiração poética e do trabalho artístico, particularmente Pintura.

    Mas tínhamos que vir mesmo para Leiria naquele dia.
    De qualquer modo, ficamos muito agradecidos à nossa querida amiga Lucília Vasconcelos, pela sua amável insistência.

    Beijinhos

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  3. Ó Nunes, agora ainda lhe vou espicaçar mais o apetite pela zona para quando lá voltar.
    Isto, claro está, se o amigo Nunes for dado à aventura e não sofrer de vertigens.

    Và até Linhares, e marque um passeiozinho de parapente pelo Inatel, que costumam estar por lá.
    É um vôo em "dupla" com um instrutor e com a máxima segurança.
    É inesquecível, ver todo aquele panorama a umas largas centenas de metros no ar.

    Ai as saudades que eu tenho do "meu" parapente e dos vôos que fiz precisamente aí por Linhares.
    É um cenário de cortar a respiração.

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  4. Viva, Eduardo

    Só de pensar nessa hipótese do parapente, agora que a minha capacidade de manobra física já começa a falhar, até se me corta a respiração.

    Mas que seria espectacular a vista que se apreciaria nessas condições não tenhamos dúvidas!

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Muito obrigado pela sua participação no possível debate que este registo possa suscitar.