[...]
que direi da saudade? é a memória
a deflagrar no tempo que se vive.
Vasco Graça Moura
garrett, numa cópia perdida do frei luís de sousa
(21.12.1843) poema de vasco graça moura com
uma fotografia de ana gaiaz na editora campo das letras
p.21
@as-nunes
Saudade... essa palavra que engloba tantos sentimentos... de pessoas, afectos, locais, situações, países e tantas outras coisas que a memória não apaga...
ResponderEliminarBonito céu!
Um abraço aí em casa.
ResponderEliminarA menina por aqui?!
Obrigado pela visita
Quantas saudades senti
Da sua presença, bonita!
Eu, António.
A Zaida também lhe manda beijinhos...
Vou, já já, sair para dar os parabéns ao meu neto, o Gui, faz hoje 15 anos!
ResponderEliminarE já tenho saudades de tantos anos passados!...
Que céu maravilhoso mostra esta foto.
ResponderEliminarSaudades?! Eu nunca olho para trás. A vida faz-se a andar para a frente. O passado define-nos, não tem hipóteses de nos redefinir.
Prefiro ter saudades do futuro. Isso sim tenho saudades do futuro que sonhei, do futuro que antevi para mim e para os meus e que brutalmente me foi arrebatado em troca desta incerteza.