Da varanda, máquina montada no tripé, 3 segundos de exposição... uma visão mágica!
Uma noite destas, a Sra. do Monte com o fino recorte da sua silhueta, nítida, a Igreja das Cortes com a sua luz etérea em destaque.
Observação registada desde a encosta do lado de cá do Rio Lis, uma pequena franja dos Lourais, localizada na linha limite destas duas freguesias, a minha - Barreira e a de lá, as Cortes.
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A minha aldeia natal, lá tão longe, no tempo e no espaço físico..., a minha infância, o rio Vouga onde aprendi a nadar, a capela dedicada ao SS Salvador (o mesmo da Barreira, vejam lá!...), os meus pais, o prado, a portela com aquela figueira privilegiada na minha memória e a vista da Serra de S. Macário, lá ao fundo, a água límpida e cantante, a descer da serra, ali abaixo Gumiei, a minha tia Céu, um ninho de carriça no muro do caminho de carros de bois, a minha avó Neves a caminho da Igreja da freguesia, isolada, a N. Sra. das Neves...
E aquela neve dos frígidos dias de Inverno do interior da Beira-Alta, Viseu ali perto, a Cava de Viriato, nós a brincar aos espadachins?!...
(...)
@as-nunes

Bonitas fotos de duas Aldeias Portuguesas, mas esquecer as nossas raízes está longe de acontecer até porque as características são ainda muito diferentes.
ResponderEliminarA nossa memória de meninos registou coisas, pessoas e acontecimentos que nunca mais vimos em parte alguma.
Quanta poesia nessas recordações, António!
ResponderEliminarUm abraço
Alda
As fotos estão lindas... e as recordações fazem a história de vida de cada um de nós :)
ResponderEliminarBom dia a todos.
ResponderEliminarÉ cedo. Hoje é um dia de madrugar...
Obrigado pelas visitas.
Um abraço
António