2011/11/10

Valha-nos este bucolismo em terras do Lis e do Lena



Hoje, em dia de discussão na Assembleia da República do Orçamento do Estado Português para 2012.


Os mais desfavorecidos que paguem a crise!...
@as-nunes
Posted by Picasa

8 comentários:

  1. Bonitas fotos! A de baixo, não tenho dúvidas, pertence à "minha freguesia adoptiva" e a de cima... também?
    Indiferente à discussão a natureza renova-se...

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  2. Caro Rui

    A de cima abrange uma área panorâmica bastante razoável. Os plátanos que lá se podem observar, com as suas cores Outonais belíssimas, pertencem a uma quinta (que não me recordo o nome) ali ao pé da passagem de nível dos comboios, quem vai para a Barosa. Alíás, nem estou a ver se ali não será já Barosa.

    Em baixo, aquele choupal é um dos meus pontos de adoração neste planeta. Julgo que ali é Barosa.

    Paleio, paleio, o durão do PM a pavonear-se que nem um desalmado!...

    Viva a vida, temos que acreditar que há vida para além da crise ( que não é para todos, digo eu e sentimos nós, os outros, os pagantes com língua de palmo).
    Entretanto, pois façamos ;) a estes m... (murcões, eheh).

    Um abraço

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  3. Um boculismo a que estou pouco habituada. Ah! Os plátanos e as suas cores! Gostei muito das fotos, como sempre!

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  4. Catarina

    Há dias tratei-a, num discurso de fazer adormecer o mais estouvado, prece-me, tratei-a por Carolina.
    Já deixei uma explicação para essa troca, tem a ver com a minha neta Carolina, 3 quase 4 anitos, vivaça, teve que fazer um operação aos adenóides e às amígdalas. Ainda está em casa em recuperação. Mas está tudo a correr bem.

    Este bucolismo foi cantado por poetas e poetas, Acácio de Paiva, Francisco Rodrigues Lobo, José Marques da Cruz, Afonso Lopes Vieira e tantos outros!

    A vida sempre em renovação, uma maravilha, uma visão embriagada neste choupal já sem folhas e uma paisagem Primaveril, mais parecendo que estamos na Primavera!

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  5. Nunes, que belas fotos estas.
    E eu que tanto anseio pelo dia em que, finalmente, poderei deixar esta selva de betão para trás das costas, e ir abraçar idêntico bucolismo, ainda que noutras paragens.

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  6. Eduardo

    Já é a 3ª vez que tento aqui deixar uma reacção ao seu comentário.
    Por um motivo ou por outro (andarei desnorteado?!) o texto foi para o galheiro.

    Aliás, bem se vê, quem me conhece, nem que seja só por esta via, já sabe qual é a minha opinião relativamente ao tipo de vida, de organização do homem em comunidade, que este escolheu, aliás que alguns decidiram que era o melhor caminho (para eles próprios, claro) e o grosso da coluna lá vai marchando, a toque de caixa, carne para canhão, quantas vezes a saberem que estão a ser encarreirados para o holocausto, tudo bem, tem de ser, é assim a vida, que se há-de fazer?

    Sempre na mira de que amanhã será outro dia, um dia melhor a que se seguirão outros melhores ainda, lá vamos levando a nossa vidinha, enclausurados entre o caixote do apartamento ou até da casa unifamiliar (pagos 20 vezes, os bancos a cobrarem juros inauditos, de agiota, anos e anos a fio, uma vida inteira, e no fim continuamos a pagar ao Estado como se nos estivessem a fazer um grande favor com os impostos que pagamos até mais não poder) e o trabalho, quando nos fazem o favor de deixar trabalhar para ganhar algum dinheiro, que depois lá retorna aos seus/deles bolsos, um circuito vicioso, de vez em quando lá damos conta que o filme já o vimos noutras ocasiões...

    Ah, mas admiremos a Natureza, entretanto!...

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Muito obrigado pela sua participação no possível debate que este registo possa suscitar.