É sempre com muita satisfação que recebo as suas visitas, amigas, sempre com uma ponta de ironia e crítica social, como se impõe no momento que vivemos.
Eu até já me tinha acomodado a uma postura de deixar correr o marfim, os jovens que façam a sua parte, que eu já me havia desiludido o suficiente para não me envolver para além do circunstancial.
Eis que, como que impulsionado por uma mola, estes tipos estão a tratar o povo como se fôssemos os culpados mor de todos os males por uns quantos gandulos que nos (des)governaram até aqui.
Depois admiram-se que ressurjam movimentos mais radicais. Tenho à minha frente um poema escrito por um anónimo da Frente Sandinista da Nicarágua, nos últimos dias da guerra popular contra o ditador Anastasio Somora.
E fica-se a pensar em como o Homem precisa de ser mais justo e solidário. Muito mais.
AH! António! Já escrevi no blogue do Rui e escrevo também no seu. Até eu, que sou otimista por natureza e que me obrigo a extrair as melhores coisas das piores situações, me sinto anémica de esperança.
A questão base começa a ser, radicalmente, esta: 1- De facto, as pressões fortíssimas do mercado de capitais, de que dependemos em absoluto, são evidentes; 2- O Governo não pode mudar o status quo em que a sociedade portuguesa tem vivido, mais rápido sem provocar outros desequilíbrios com efeito dominó: 3- O Orçamento tem que permitir fazer face a situações de pobreza extrema; 4- O povo português está colocado perante um dilema praticamente insanável: acredita na boa fé dos governantes ou não? Se não quem deve propor uma solução alternativa? Que solução alternativa de modo a que não caiamos na bancarrota com todos os efeitos inerentes?
Temos que estar mentalizados para o pior!
Como foi possível deixarmo-nos cair num logro tão infantil? Deixar que os Governos tenham aumentado a Dívida exponencialmente, durante décadas a fio e ninguém ter tomado as medidas que se impunham, atempadamente?
Realmente que culpa tem o malmequer?!
ResponderEliminarEmbora a cantiga lhe chame mentiroso, os mentirosos são estes (des)governantes!
Abraço
Boa tarde, Rosa
ResponderEliminarÉ sempre com muita satisfação que recebo as suas visitas, amigas, sempre com uma ponta de ironia e crítica social, como se impõe no momento que vivemos.
Eu até já me tinha acomodado a uma postura de deixar correr o marfim, os jovens que façam a sua parte, que eu já me havia desiludido o suficiente para não me envolver para além do circunstancial.
Eis que, como que impulsionado por uma mola, estes tipos estão a tratar o povo como se fôssemos os culpados mor de todos os males por uns quantos gandulos que nos (des)governaram até aqui.
Depois admiram-se que ressurjam movimentos mais radicais.
Tenho à minha frente um poema escrito por um anónimo da Frente Sandinista da Nicarágua, nos últimos dias da guerra popular contra o ditador Anastasio Somora.
E fica-se a pensar em como o Homem precisa de ser mais justo e solidário. Muito mais.
Um abraço
Não deixe que façam ao malmequer o que fizeram aos cravos de Abril...
ResponderEliminarEu penso que a relação está na cor. Com este OE ficamos todos amarelos sem precisarmos de nos naturalizarmos chineses.
ResponderEliminarUm abraço
AH! António! Já escrevi no blogue do Rui e escrevo também no seu. Até eu, que sou otimista por natureza e que me obrigo a extrair as melhores coisas das piores situações, me sinto anémica de esperança.
ResponderEliminarA questão base começa a ser, radicalmente, esta:
ResponderEliminar1- De facto, as pressões fortíssimas do mercado de capitais, de que dependemos em absoluto, são evidentes;
2- O Governo não pode mudar o status quo em que a sociedade portuguesa tem vivido, mais rápido sem provocar outros desequilíbrios com efeito dominó:
3- O Orçamento tem que permitir fazer face a situações de pobreza extrema;
4- O povo português está colocado perante um dilema praticamente insanável: acredita na boa fé dos governantes ou não? Se não quem deve propor uma solução alternativa?
Que solução alternativa de modo a que não caiamos na bancarrota com todos os efeitos inerentes?
Temos que estar mentalizados para o pior!
Como foi possível deixarmo-nos cair num logro tão infantil? Deixar que os Governos tenham aumentado a Dívida exponencialmente, durante décadas a fio e ninguém ter tomado as medidas que se impunham, atempadamente?
(ºº)