2012/10/16

Malmequer - OE2013


Uma enormidade de impostos

Uma bomba atómica fiscal

Uma calamidade

Uma monstruosidade

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Desculpa a ligação, lindo e prazenteiro malmequer amarelo! ...
És uma flor muito bonita e eu gosto muito de ti! ...

6 comentários:

  1. Realmente que culpa tem o malmequer?!
    Embora a cantiga lhe chame mentiroso, os mentirosos são estes (des)governantes!

    Abraço

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  2. Boa tarde, Rosa

    É sempre com muita satisfação que recebo as suas visitas, amigas, sempre com uma ponta de ironia e crítica social, como se impõe no momento que vivemos.

    Eu até já me tinha acomodado a uma postura de deixar correr o marfim, os jovens que façam a sua parte, que eu já me havia desiludido o suficiente para não me envolver para além do circunstancial.

    Eis que, como que impulsionado por uma mola, estes tipos estão a tratar o povo como se fôssemos os culpados mor de todos os males por uns quantos gandulos que nos (des)governaram até aqui.

    Depois admiram-se que ressurjam movimentos mais radicais.
    Tenho à minha frente um poema escrito por um anónimo da Frente Sandinista da Nicarágua, nos últimos dias da guerra popular contra o ditador Anastasio Somora.

    E fica-se a pensar em como o Homem precisa de ser mais justo e solidário. Muito mais.

    Um abraço

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  3. Não deixe que façam ao malmequer o que fizeram aos cravos de Abril...

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  4. Eu penso que a relação está na cor. Com este OE ficamos todos amarelos sem precisarmos de nos naturalizarmos chineses.
    Um abraço

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  5. AH! António! Já escrevi no blogue do Rui e escrevo também no seu. Até eu, que sou otimista por natureza e que me obrigo a extrair as melhores coisas das piores situações, me sinto anémica de esperança.

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  6. A questão base começa a ser, radicalmente, esta:
    1- De facto, as pressões fortíssimas do mercado de capitais, de que dependemos em absoluto, são evidentes;
    2- O Governo não pode mudar o status quo em que a sociedade portuguesa tem vivido, mais rápido sem provocar outros desequilíbrios com efeito dominó:
    3- O Orçamento tem que permitir fazer face a situações de pobreza extrema;
    4- O povo português está colocado perante um dilema praticamente insanável: acredita na boa fé dos governantes ou não? Se não quem deve propor uma solução alternativa?
    Que solução alternativa de modo a que não caiamos na bancarrota com todos os efeitos inerentes?

    Temos que estar mentalizados para o pior!

    Como foi possível deixarmo-nos cair num logro tão infantil? Deixar que os Governos tenham aumentado a Dívida exponencialmente, durante décadas a fio e ninguém ter tomado as medidas que se impunham, atempadamente?

    (ºº)

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Muito obrigado pela sua participação no possível debate que este registo possa suscitar.