Mostrar mensagens com a etiqueta coisas simples. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas simples. Mostrar todas as mensagens

2026/03/25

Retomando operação "radioamador CT1CIR" - Dia Mundial da Água

 


Sou radioamador de indicativo CT1CIR desde 1978. Tenho estado inoperacional por falta de sistema irradiante e por motivos familiares há mis de 10 anos. Nestes últimos 6 meses tenho trocado algumas impressões com amigos, alguns meus colegas radioamadores relacionados com a ARAL- Associação de Radioamadores do Distrito de Leiria. Depois de muitas hesitações e dúvidas acabei por montar uma antena dipolo quarto de onda (refª produção chinesa 1:64 End Fed Antena) no jardim quintal cá de casa, lado sul, orientada Leste-Oeste. Fiz agora o meu 1º contacto em 7.095 Mhz com EA1GFC que estava a chamar para Diploma "Dia Mundial da Água". Já tinha feito algumas tentativas nos 20 metros mas sem resultado aparente. Esta banda está muito congestionada e frequentada por radioamadores que não dão muita importância a estações que cheguem com sinais que não consigam destacar-se no meio de tubarões italianos e americanos com potência na ordem dos 2 ou 3 mil Watts de potência de saída. O meu equipamento transceptor é um Yaesu FT990 - 100 Watts.

Esta antena com que operei é uma (Faz dos 1Mhz até aos 30 Mhz: Afinação com o comprimento do cabo de cobre 2mm. Usei 20.8 metros que dará para operar nos 10, 15, 20 e 40 metros)...  



Fiquei muito satisfeito por ter sido ouvido com 59 em Espanha ... O colega radioamador é o que está na foto acima. Tem uma página na Web https://www.qrz.com/db/EA1GFC

Fica aqui este registo. Mais um marco para a minha ligação ao radioamadorismo.


2010/08/27

Em Leiria, um painel impertinente

O cair dum dia de Verão, na cidade de Leiria. Jardim Luís de Camões.
Por quanto tempo mais teremos que suportar este painel?...

Nos anos 60 fui professor na então "Escola Industrial e Comercial de Leiria", actual Escola Secundária Domigos Sequeira...
(...)
Os meus 20 anos à descoberta da vida...
-
Foi ao leccionar "Técnica de Vendas e sua Publicidade" que me apercebi, em bom rigor, da diferença substancial entre as palavras propaganda e publicidade. Ou seja, no caso agora apresentado, estaremos a falar de propaganda (digamos mesmo, de propaganda política), de apelo à fixação da ideia de que termos entrado na Comunidade Europeia, foi o melhor que nos podia ter acontecido. Recebíamos Fundos Comunitários a rodos, só havia que os gastar. Digamos que em relação à aplicação que foi feita com o Programa Polis em Leiria, até podemos dizer que se conseguiu requalificar as margens do rio Lis, no trajecto citadino. 
De qualquer modo parece que fica óbvio que, nas circunstâncias de aplicação destes fundos, muito mais poderia ter sido feito por esse país fora, em prol da adaptação das nossas estruturas básicas à necessidade imperiosa do desenvolvimento económico e social da sociedade portuguesa, tendo em vista o premente interesse na aproximação aos ritmos de desenvolvimento dos restantes países da UE. 
Muito já se argumentou acerca da rentabilidade dos montantes elevadíssimos que foram aplicados em Portugal, ao abrigo dos protocolos estabelecidos com a Comissão Europeia. Muito mais haveria a escalpelizar.
No caso presente, aparentemente banal e simples de solucionar, parece-me estar só em causa o interesse político de se fazer alarde de que esses fundos foram aplicados e bem em favor das populações.
Nem que, para isso, se perpetue a "bodega" dum painel de enormes dimensões, azul como a bandeira da União Europeia, com muitas palavras que ninguém lê, mas que tapam a visibilidade dum Jardim tão necessário ao nosso equilíbrio emocional!


Vem isto a propósito (?!) do painel que se pode observar na segunda fotografia, tirada há dias, no Jardim Luís de Camões, em Leiria. Ando, seguramente há 5 anos, talvez mais, a criticar aquele painel de propaganda das Obras do Polis Leiria, colocado naquele local, a conspurcar a paisagem urbana da zona mais central e ajardinada desta cidade.
Não entendo as razões que poderão justificar a manutenção daquele painel, naquele sítio, durante tantos anos!...

Será que sou eu que sou demasiado crítico? Será que é imperioso ali estar aquele painel? Será que está ali a servir de pára-vento?!...



Posted by Picasa

2008/05/28

Quem seriam eles?





Hoje, no muro de protecção do Rio Lis, na zona do Marachão. Quem seriam as pessoas que esculpiram os nomes e datas (de nascimento? de escrita? Por coincidência a que tem inscrito o ano de 1947 corresponde ao meu ano de nascimento; naquela altura tinha eu 11 meses de idade!...) nas pedras daquele muro centenário? Como se chamam as flores que todos os anos se renovam no mesmo muro e nos mesmos locais?
Esta zona da cidade de Leiria, nesta altura do ano, é muito bonita, um perfeito picadeiro rodeado de alas de árvores e arbustos e envolto no manto diáfano do próprio rio Lis, agora mais visível e esplendoroso no seu magnífico espelho de água.(1ª foto tirada de cima da Ponte da Fonte Quente).

Posted by Picasa

2008/05/17

DEIXEM-NOS VIVER!...

São quase 6 horas da tarde. Lá fora o Largo da Sé, soa a vozes de jovens recém-licenciados. Afeérriaas para todos os gostos consoante o Curso, achei um piadão ao dos de "Educação Física"! O dia tem estado bonito, a convidar a andar a pé, pela cidade, pelo campo, a observar as árvores dos jardins e dos arruamentos e praças de Leiria. A sentir o vento que passa! E as flores e plantas silvestres? Um espectáculo que é uma dor de alma desperdiçar, tantas são as voltas que temos que dar aos papéis e às contas.
Apetecia-me fazer aqui um reparo ao Snr. Ministro das Finanças: O snr. já reparou na quantidade de TOC´s e outros profissionais que, neste fim-de-semana, estarão a trabalhar? A fazer o quê? A preparar as contas para apurar o mais correctamente possível os impostos sobre o rendimento que as pessoas e as empresas terão que pagar com referência às suas actividades profissionais e empresariais durante o ano de 2007. Pensássemos todos nós bem, seria necessária tanta papelada, tanta burocracia, tanta lei e Decreto-lei e Portarias e regulamentos e Decretos regulamentares e ofícios circulares a explicar como é que uma alínea dum artigo duma lei qualquer deve ser aplicada? Claro que não. O nosso país está a ficar empanturrado de tecnocratas, uns até por gosto, outros porque a isso são obrigados pela força das circunstâncias da teia da vida.
Quanto tempo da nossa vida desperdiçada com trabalhos fúteis, desnecessários, improdutivos!...
Houvesse vontade política e a tributação do rendimento seria muito mais facilitada. É que nem os Simplex vêm simplificar grande coisa. Para quê tanta informação? Para brincarmos ao cruzamento das bases de dados umas com as outras? E o cidadão que é apanhado no meio desse fogo cruzado, se não completamente cego, pelo menos muito míope, a quem lhe cativam a conta bancária por meia dízia de cêntimos, a quem lhe penhoram tudo o que tiver em seu nome, à mínima distracção?
Reorganizemos a vida em sociedade! DEIXEM-NOS VIVER!

Posted by Picasa