2026/03/27
A Ana Guedes no 7º dia da sua morte: o Rodrigo faz 7 anos de vida
2025/06/24
É bom revivermos a família, os amigos... quantas vezes afastados por exagerados lapsos de tempo...
Com isto tudo já o Álvaro tem 90 anos, comemorados há dias, na Lourinhã e eu e o Zé, já estamos a caminho dos 79. Arre porra!!!!!!
2025/06/16
15 Junho de 2025: Uma data que não podia deixar de ser comemorada. 80º aniversário da Zaida
Para que fique o registo para a história da Humanidade... (¿)
2016/07/28
Dia dos Avós - Casal Ribafeita
Os meus avós paternos:
António Santos
Maria das Neves Nunes
que viveram em Casal de Ribafeita - Viseu até meados do séc. XX
(Ver mais em http://utilizadores.leirianet.pt/~anunes/casal.html )
2016/04/20
CARLOS EUGÉNIO - Uma Vida dedicada aos livros e à Cultura em Leiria
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Nesse verbete anterior pode ver-se um vídeo em que Zaida Paiva Nunes diz um poema de Carlos Eugénio.
2012/08/31
O Rafael na Igreja de S. Francisco do Monte - Orgens - Viseu
O meu sobrinho-neto Rafael Luís no decorrer do seu batizado na Igreja Matriz do Convento de S. Francisco do Monte, em Orgens - Viseu.
Já viram o à-vontade com que o Rafael encarou a situação?
E o padre não lhe ficou atrás, honra lhe seja feita!
@as-nunes
2012/08/27
Um garnizé feito rei !
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Em tempo:
2012/04/08
Cristo Ressuscitou...
A sua voz estridente
Todas as notas
conseguia alcançar
No fundo do povo
a minha mãe contente
Era ouvi-la a cantar...
Já o nosso redentor
Ressuscitou, ressuscitou
Ressuscitou
Como disse Aleluia
...
Estas imagens reportam-se aos anos 50, a aldeia cheia de movimento, de vida, o chão à soleira das portas atapetado com as plantas e flores da época, as famílias a juntarem-se, algumas dezenas de membros, a minha avó Neves,
(olá Nevitas; é a minha prima que está no Brasil e gosta de andar pelo Facebook, beijinhos a toda a tua prole Brasileira)
as minhas tias Céu, Judite, ... os meus tios por parte do meu pai, o meu padrinho Serafim
(onde estás, padrinho? não acredito que estejas naquele sítio aquartelado a que chamam cemitério, apesar de lá ter sido depositado o teu corpo, ainda não há muito tempo)
- toma lá 20 escudos, é o teu folar
o Casal da minha meninice, ainda envolto na áurea mítica da minha terra, das minhas raízes, dos carros de bois a chiar,
- anda lá, Ramalha, raios de partam, Castanha
, o meu tio Ramalho a arengar, dos caminhos cheios de regos e pedras com os sulcos feitos pelo tempo e água das chuvadas e pelas rodas protegidas com anilhas de ferro forjado, entre os campos, delimitados por muros baixos de pedra da serra.
A minha mãe, Encarnação, toda devota dos santos e Santíssimos Deus Pai, Deus Filho e Espírito Santo, um sonho irrealizado, que era eu vir a ser padre, que conseguiu a proeza de criar 5 filhos (amigos como deve ser), 4 afastados uns dos outros, no tempo, 2 anos, hoje a escada será mais ou menos assim, eu com 65, a Lourdes com 63, a Sildina com 61, o Victor com 59 (vai fazer 59 no mês...) e, já fora de controlo, a Isabelita, 18 anos mais nova que eu, prof. dra. na Universidade de Coimbra, uma sumidade, não se deixem convencer com o seu ar e modos de menina tímida, ela própria já com duas filhas médicas, notas a rebentar a escala...
...
Depois conto isto tudo e muito mais quando escrever as minhas memórias, é que assim, num repente, fica muita coisa de fora, muita gente, muitos acontecimentos, muita saudade!...
...
(antes de revisto; escrito com o coração e a emoção do momento)
@as-nunes
2012/03/20
Jardim do Victor e da Teresa, em Orgens, Viseu
E estas magníficas magnólias?
Estas camélias são as clássicas cá da terra, mas estão muito bonitas, dignas de se repousar nelas o olhar e o pensamento!
Ex aequo com uma composição anterior.
@as-nunes
2012/03/19
Olá pai, com que então comemorou ontem 88 anos?
2012/02/21
Sol poente a nascer
@as-nunes
2010/07/22
Praia do Pedrógão - Leiria: Um mar e um ar e um areal de sonho!...
Fomos para o mar, com roupa e tudo. Resultado. Uma molha.
Mesmo assim.
Mas que bem que soube andar a brincar com o Mar!...
A trocar olhares com o infinito horizonte marítimo para Ocidente!...
2008/12/26
Recantos de família
1- aguarela da casa da família Paiva. Pintura recente.
2 - os dois diplomas são datados de 5 de Dezembro de 1859 e de 13 de Janeiro de 1903. Foram ambos passados pela Universidade de Coimbra, Faculdade de Farmácia. Os diplomados exerceram o seu mister nesta farmácia - PHARMÁCIA DE LEONARDO DA GUARDA E PAIVA tal como se pode observar em inúmeras fotografias tiradas por milhares de turistas de todo o Mundo. O próprio Eça de Queiroz imortalizou esta farmácia no seu romance "O Crime do Padre Amaro". Era a "botica do Carlos", um centro de reunião e cavaqueira da sociedade leiriense(1);
3 - Moldura que encaixilha uma composição de poemas de Acácio de Paiva, lídimo representante da poesia naturalista e romântica, nasceu nesta casa em 14-4-1863 (2);
4 - A estatueta de Santo António tinha que ter lugar num recanto tão significativo, não só pelas suas ligações a Leiria, basta falar do local onde existiu a Ermida de Sto. António do Carrascal, aqui em Leiria e ao facto de nos nomes portugueses sobressair o António;
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1) Ver "José Teles de Almeida Paiva - Uma Vida, Uma Época, Uma Cidade - 1917.1994" ed. de 2004, autores António Nunes e Zaida Paiva Nunes.
2) Ver "Acácio de Paiva - Insigne Poeta Leiriense" - Poemas. ed. da Câmara Municipal de Leiria, 1988; em preparação:"Acácio de Paiva - Uma vida e uma obra de referência para Leiria" de António Nunes.
2008/11/07
Falta de diálogo familiar
Não tive oportunidade de estar presente, como gostaria, mas suscitou-me muito interesse e alguma preocupação o alerta lançado pelo psicólogo Leiriense, João Lázaro, ao concluir que apesar de mais informação, as famílias falam cada vez menos. Até podem comunicar regularmente utilizando a tecnologia, cada vez mais sofisticada, que temos à nossa disposição, mas a verdade é que usam as palavras de viva voz, face a face, cada vez menos.
No âmbito deste tema fundamental, João Lázaro apelou a que não se confunda o acesso à inteligência artificial com o saber trabalhar com a informação daí retirada. E esta constatação está bem à vista, particularmente no meio juvenil e nos adolescentes que, no seu vocabulário estão a utilizar cada vez menos palavras, quantas vezes meras abreviaturas em código que os mais velhos nem conseguem entender. A língua portuguesa tem cerca de 65.000 palavras e o que se constata no dia a dia? Os canais de televisão não usam senão 2.000 palavras e as pessoas comuns, no relacionamento entre si, utilizam um vocabulário que não excede as 700 palavras.
“Uma pessoa só consegue pensar se tiver palavras e se, face a um sentimento mau, não conseguir verbalizar, o mais certo é o pensamento passar a um mau acto”.
Há que regressarmos urgentemente ao humanismo, a começar no relacionamento familiar.
Estamos a correr o risco sério de perdermos a noção de território familiar, o que não vai contribuir em nada para uma vida mais social e feliz, com toda a certeza. Os exemplos negativos resultantes desta perda da noção de comunidade (originada em muito pela deslocação de pessoas para as periferias das cidades) são bem visíveis. Veja-se o que se está a passar com as chamadas urbanizações que nascem como cogumelos nos meios rurais adjacentes às cidades. Os resultados da falta de integração numa comunidade com afinidades criadas por laços familiares e de vivência comum são assustadores.
O papel dos avós na boa harmonia duma família, particularmente na fase em que há filhos de tenra idade, não pode ser relegado para um terceiro plano, como está a acontecer, apesar de já se estar a provar a necessidade da sua participação activa.
Se não arrepiarmos caminho rapidamente as novas tecnologias podem agravar as já, demasiadas vezes, tensas relações na base da pirâmide social: as famílias.
Não podemos olvidar que o “Homem é um ser eminentemente social”…
2007/09/20
Olhar a Vida. Ela aí está perante nós.
As bagas dum pilriteiro. Na encosta Nascente do morro do Castelo de Leiria. E eu que andei, há um ano atrás todo baralhado para identificar esta planta. O amigo Augusto Mota deu-me as dicas necessárias e agora não falho. Quando vejo um Pilriteiro, mesmo que não esteja em flor ou com fruto identifico-o com a maior das facilidades.
O Outono aí está ele, mesmo aqui ao nosso lado. Pela temperatura do ar nem parece. Imagem captada quem desce a Rua Cónego Sebastião da Costa Brites (1885-1948). Do lado esquerdo, a tília de que vos tenho falado nos últimos posts (Largo da Sé), com as folhas ali mesmo à mão. Já matizada, a preparar-se para o rodopio outonal que julgamos adivinhar.
Isto de previsões do tempo e das estações do ano já não é como antigamente...
Ainda não consegui tomar conhecimento do nome destas flores. Crescem nas paredes dos muros à antiga, na cidade. Continuamos na rua atrás referida. Vinha eu das Finanças, 2º Serviço, na Rua de S. Francisco e seguia para o Largo da Sé, para o edifício da "Pharmácia Paiva" onde ia almoçar em família. O dia estava lindo...ainda que os meteorogistas nos andassem a ameaçar com borrascas para a tarde.
Quem diria?!...
(A pensar na Inês (mãe, minha filha), na Mafalda e no Guilherme...e na Zaida, mãe e avó. Beijinhos e coragem. A vida é bela mesmo quando alguém põe pauzinhos na engrenagem).
2007/09/16
A Família - o principal pilar da Vida
A perda de influência da religião e a desintegração dos núcleos familiares foram apontados como desagregadores de uma «educação» que levava as pessoas a estarem mais próximas da vida interior e como causadores da erosão que sofreu o «sentido da compaixão» - a palavra mais escutada da tarde.
Para o líder espiritual, a «compaixão», no seu sentido de «preocupação genuína pelos outros» é a resposta para uma vida que tem a felicidade como meta. «Mas isto é algo que exige treino» e uma educação para uma «ética secular», não no sentido de excluir as religiões, mas de incluir também os que não acreditam, defendeu.
2006/12/09
Uma tarde em família
resolvemos, eu e a Zaida, ir até ao Pedrógão, passar uma tarde em família. Com o Zé Paiva, a Fátima e a Ana Paiva, não sabíamos se estaria mais alguém. E estavam, confirmámos. Para começar, a Nina encarregou-se de nos chamar a devida atenção para a sua presença.
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O Toino Prestes, esse grande amigo de longa data, daqueles que nós vemos a envelhecer connosco, os anos a passarem céleres, os robalos a fazerem-nos caretas (muito mais a mim, que sou menos persistente e muito menos sabedor da arte de bem pescar à linha...ah e o Zé a fazer kilómetros, praia acima, em direcção ao Norte, a corricar...etc etc) também se fez presente, bem assim como a Sofia e os pais. Ao fim do dia, acabámos a jantar uma chanfana à moda da Sofia, que estava uma delícia. Ora digam lá que não. E não se mostra o prato todo, não vá por aí alguém descobrir o segredo da receita!











