2009/02/18
2009/02/16
Escola Domingos Sequeira, Leiria, a brilhar!
Um grupo de alunos da Escola Domingos Sequeira, em representação de Portugal e em competição com alunos de 18 países, integraram 6 comissões que debateram a preparação de 6 projectos que virão a ser apresentados no Parlamento Europeu.
A actuação dos alunos portugueses foi de tal maneira brilhante que nestas 6 comissões ganharam 5 presidências e 2 porta-vozes em 6. Como motivo de acréscimo de orgulho, uma aluna integrou a equipa vencedora do “Eurogame”.
É natural que os alunos estejam radiantes com a sua actuação, mas os seus professores também não lhes ficam atrás. Estão felicíssimos e não só pelo facto de os seus alunos terem representado desta forma excepcional a Escola que frequentam, mas também, porque conseguiram demonstrar que apesar de todas as atribulações por que tem passado o Ensino no nosso país, mesmo assim, conseguiram provar que os jovens de Portugal são capazes de competir com êxito com os seus colegas do resto da Europa.
Força juventude!
Que este vosso Presente seja um sinal forte e inabalável para o Futuro de Portugal!...
2009/02/13
Venha mais um...
MSN, hoje:
Vitor diz:
Os 62 terão que ser uma grande fase na vida de um homem. Porque o objectivo é garantir um percurso em crescendo. Porque é absolutamente imperioso não perder a capacidade e a ousadia de sonhar.
Vitor diz:
Então, de imediato, o desejo de um grande aniversário. Com a família, que sabemos ser o que temos de mais precioso. Um abraço muito fraterno do teu irmão Vítor.
Respondi:
Obrigado, irmão. Abaixo a m. da crise!… e dos que a motivaram com a sua ganância desmedida!…
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Já agora, tomem lá mais esta dose:
Destaco três títulos:
1- Empresários da região investem milhões em tempos de crise;
2- Crise, por Carlos André;
3- Tenho medo, por Sílvia de Oliveira;
Um desses semanários até o assinava, isto é, pagava 30 e tal euros e recebia-o, normalmente à segunda-feira quando a sua distribuição é (e se justifica que o seja) à sexta-feira de cada semana. Há já uns tempos que não o assino, que é o mesmo que dizer que estou em maré de poupar em tudo o que me for possível. É um facto que as receitas financeiras familiares estão em decadência mas as despesas essas não há maneira de acompanharem a “deflacção” que é uma consequência lógica da lei básica da economia: os preços andavam numa subida louca que não dava para perceber. Num ápice, após notícias de alarme da finança e do Imobiliário nos Estados Unidos, as pessoas desataram a fazer contas à vida. E concluíram que o seu balanço estava negativíssimo. Que andavam a assumir compromissos em casas e carros e viagens e férias sem se prepararem com estudos de risco e económico/financeiros. Que isso era só para as empresas. Para as grandes empresas, principalmente. Resultado. As pessoas começam a pensar na vida que levam. Logo a seguir começam a divulgar-se vigarices na alta finança. E não só. Vigarices que atingem números impensáveis. E começamos a admitir que andávamos iludidos. Que nos andavam a aldrabar. E perdemos a confiança nos bancos. E nas instituições. E no sistema político em que assenta a organização administrativa, económica e social das Nações. E começamos a gastar menos. Muito menos. E a economia de consumo começa a ressentir-se. Sem vendas as empresas entram em crise, a reduzir a sua capacidade de produção. E começam pelo elo mais fraco. Os trabalhadores. Despedimentos e mais despedimentos. Se o consumo já estava em decadência mais essa tendência se reforçou. E entrámos num ciclo infernal. Sem dinheiro não há consumo. Sem consumo não há vendas. Sem vendas não há produção. Sem produção não se justificam as empresas. Sem empresas não há trabalho. E o dinheiro? Onde está o dinheiro que devia andar em circulação? Muito desse “dinheiro” nem sequer existia. Era constituído por bits a circularem nas bases de dados, estas que até já comunicam umas com as outras automaticamente. Às vezes até já autonomamente. Que fazer? Só ouvimos o eco da nossa interrogação. Ninguém parece ter soluções para esta crise. E vem o medo. O medo do que vai ser a nossa vida e a dos nossos filhos e a dos nossos netos, no futuro. Futuro, cada vez mais próximo e negro. E ficamos pessimistas… Começamos a colocar em causa todas as teorias económicas e sociais em que assentava a vida do Homem na Terra. E esta sensação amarga alastra-se como uma pandemia. Como foi possível chegar a uma situação como esta?
Temos que ir à luta. Temos que estar cada vez mais atentos e de nos darmos conta do que se passa na realidade. No entanto, não nos esqueçamos que o sonho comanda a Vida!...
2009/02/12
Tipografia centenária em Leiria
http://dispersamente.blogspot.com/2007/01/os-tempos-hericoromnticos-da-tipografia.html
Neste endereço, ficou registada uma entrada, na qual abordei o tema das antigas tipografias de Leiria e das fortes e íntimas ligações desta cidade e do seu bucólico rio Lis à introdução da produção do papel em Portugal. Nesta oportunidade, vou deixar aqui publicada uma sequência de fotografias alusivas às máquinas e ferramentas usadas desde há décadas, há muitas nalguns casos, pela "Tipografia Carlos Silva", na esquina do Largo da Sé com a Rua da Vitória, em Leiria. As informações complementares que aqui deixo (e tenho pena de não dispor de mais tempo para aprofundar o tema) foram-me proporcionadas quer pelo actual proprietário (3 gerações, todos Carlos Silva de nome), herdeiro de uma tradição de família, que já tem mais de 100 anos, quer pelos trabalhadores que a têm mantido em funcionamento, desde os tempos das máquinas impressoras com tipos de madeira até às que utilizam a técnica do offset.
2009/02/08
Miguel Torga em Leiria - 2 de Fevereiro, todos os anos

O Sexto Dia da Criação do Mundo, p. 484
In ROTEIRO CULTURAL "Miguel Torga em Leiria", Maria Lucília Vasconcelos (Elos Clube da Região de Leiria), ed. Região de Turismo de Leiria - 2008.


Programa do colóquio.......................................................................... 6
Mensagem aos participantes - Clara Rocha..................................... 7
A encruzilhada do destino: um balanço do período leiriense de
Miguel Torga - Carlos Alberto Silva.................................................. 9
O processo-crime instruído a Miguel Torga, em 1939,
pela PVDE - Renato Nunes................................................................. 23
O Dia de Miguel Torga - José Cymbron............................................ 37
Sinto o medo do avesso: perscrutando a luz e sondando a sombra
em Miguel Torga - Celeste Alves....................................................... 39
Deambulação à volta da poética torguiana - Allix de Carvalho...... 51
-
Da intervenção de Celeste Alves permito-me transcrever a seguinte passagem, na altura como que prenunciando os dias de ansiedade que se vive em todo o Planeta:
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"4. O medo acarreta o pessimismo - Torga contrapõe-lhe a discernida esperança
...
Vamos, ressuscitados, colher flores!
Flores de giesta e tojo, oiro sem preço...
Vamos àquele cabeço
Engrinaldar a esperança!
Temos a primavera na lembrança;
Temos calor no corpo entorpecido;
Vamos! Depressa!
A vida recomeça!
A seiva acorda, nada está perdido! "
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Os oradores participantes do II colóquio comemorativo do Dia de Miguel Torga em Leiria foram os seguintes:
Alix de Carvalho - E a vida venceu a morte em «O Senhor»
Suzana Couceiro Vieira Santos - Miguel Torga - Uma força da Natureza
Sandra Duarte - Viagem pela Leiria cultural que Miguel Torga conheceu (1939-1941)
Luis Martins Fernandes - Leiria torguiana: no rasto de Eça e de Rodrigues Lobo
José Cymbron - Miguel Torga e Fernando Pessoa (Do Diário aos Poemas Ibéricos)
2009/02/06
Dia de MIguel Torga em Leiria

Chama-se liberdade o bem que sentes,
Águia que pairas sobre as serranias;
Chamam-se tiranias
Os acenos que o mundo
Cá de baixo te faz;
Não desças do teu céu de solidão,
Pomba de verdadeira paz,
Imagem de nenhuma servidão!
2009/02/01
George Viviam, pintor inglês do séc.XIX, em Leiria e outras localidades portuguesas

(Litografia das mais representativas do que era Leiria no princípio do séc. XIX - clic para melhor apreciar)
As outras cidades que Vivian retratou nas gravuras litografadas do conjunto acima são: Porto (ver em baixo), Setúbal, Braga, Sintra e Coimbra
-
O pouco que consegui apurar encontrei-o num site "Old Church Galleries" :
George Vivian (1798-1873), desenhador e pintor em Londres, viajou através de Espanha e Portugal fazendo esboços de muitas construções típicas e cidades. No seu regresso, Vivian completou os mais famosos desenhos e publicou uma colecção de litografias sob o título “Scenery of Portugal & Spain”. O trabalho é constituído por 33 desenhos magníficos gravados em pedra por L. Haghe. Vivian seleccionou os mais interessantes e pitorescos cenários para as litografias, conseguindo uma viva imagem pictórica de países, tal como se apresentavam no princípio do séc. XIX.
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A litografia ao lado representa uma vista panorâmica desde os Jardins Públicos, LISBOA, em 1839.
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Facilmente se pode concluir que esta imagem foi tomada desde o alto da actual Rua de Santa Catarina, no PORTO.
Sem dúvida que todas estas gravuras constituem excelentes provas documentais do que era o aspecto das cidades de Portugal e o tipo de vida que as nossas
gentes levavam.
De notar que esta é uma das 6 gravuras que constam da colecção acima apresentada.
2009/01/30
Cortes - Leiria - Ponte do Cavaleiro
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João Cabral recolheu e deixou registado nos "Anais do Município" de Leiria a Lenda do Cavaleiro que deu origem ao nome atribuído a este lugar da freguesia das Cortes - Leiria.
Para o caso de o leitor se mostrar interessado em a conhecer aqui deixo um link para o respectivo texto, integrando o meu blogue http://viveremleiria.blogspot.com
Existem vários estudos devidamente fundamentados nesse sentido e um dos que mais me impressionou, pela clareza da exposição e objectividade histórica da formação deste topónimo leiriense, foi escrito pelo conhecido poeta local, natural das Cortes, José Marques da Cruz e pode ler-se no livro I "ReCortes", edição do jornal das Cortes.
2009/01/28
Sorrisos e Reflexões de um Blogue
Que também me trouxe à memória aquelas belíssimas acácias das ruas de Nampula, anos 69,70,71. Coincidências, precisamente hoje, o JL - JORNAL DE LETRAS, uma das referências literárias das letras portuguesas de maior gabarito, publica o seu número 1.000. Para ajudar à comemoração desta efeméride, o JL publica e oferece aos seus leitores um livro de poemas, uma pequena antologia, onde se agrupam alguns dos mais importantes nomes da poesia lusófona e onde se pode confirmar a pujança da criação poética no espaço que lhe é correspondente. Um dos participantes dessa antologia é precisamente Mia Couto com o poema "Viagem". Diz, Mia Couto, nos seus últimos versos:
...
Se chorasse, agora,
o mar inteiro
me entraria pelos olhos
.
De coincidência em coincidência tive conhecimento da existência do livro, cuja capa mostro abaixo. Da Editora "Afrontamento". Encomendei-o. Estou ansioso por ler as palavras que vários autores escrevem sobre Moçambique. Deixarei aqui a devida nota do que, então, ler.

Este post foi inicialmente idealizado para deixar aqui a minha reflexão/congeminação sobre o estado actual do Mundo. De qualquer modo nem tudo podem ser lamentações e apreensões. Temos que aprender a compensar esse estado de espírito com a Vida que brota da Natureza e com as nossas recordações de outros tempos e de outros estados de alma...
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E nós, aqui nos blogues, a darmos palpites uns, extremamente distraídos outros!
A questão é que alguns de nós, cá nos vamos afadigando em escrever, todos convencidos que podemos dar o nosso contributo para melhorar a vida, nas suas infinitas vertentes.Decerto que vamos conseguindo, com mais ou menos êxito, alertar as pessoas e as instituições, sensibilizando-as para a beleza do nosso planeta, para o que julgamos estar a funcionar bem ou mal em termos de organização da sociedade, a filosofar, a transmitir os nossos sentimentos mais íntimos através da poesia, etc.Será que vai valer a pena todo este esforço? Voluntário? Enquanto nos apetecer? Será que veremos o resultado acumulado de todas as nossas energias direccionadas para estes objectivos mais nobres?Que futuro andamos a construir? O que andamos a fazer deste planeta? A Economia terá de superar a preservação das condições ambientais para que valha a pena viver em harmonia, uns com os outros e com a Natureza?
E agora, que a economia global, num ápice, parece estar a desmoronar-se, por artes mágicas sabe-se lá como e porquê? E o grave da situação é que ninguém parece em condições de resolver em tempo útil o dilema em que nos estamos a colocar. Anda tudo num alvoroço medonho que não augura nada de bom para a Humanidade.
Não podemos baixar os braços, temos que nos animar, temos que voltar a acreditar nos valores morais, espirituais e éticos. É certo que não podemos ser todos materialmente ricos, mas podemos e devemos colaborar na reconstrução duma sociedade mais justa e solidária!
2009/01/25
LEIRIA - O Eco Silencioso
Ideias soltas que consegui memorizar (durante quanto tempo, se não as escrevesse para este meu blogue?):
1 - Temos a obrigação moral de ser inteligentes (aconselhável a leitura do discurso de tomada de posse de Obama, novo Presidente dos Estados Unidos);
2 - A Educação é um instrumento da Felicidade, não a Felicidade em si;
3 - A Educação fácil não prepara as crianças para a Vida;
4 - Citando Bernard Shaw: "O que é que a Posteridade fez por mim para eu me preocupar com ela?";
5 - Quem não sabe ensina nas escolas de Educação (...JLA pede desculpa se alguém se puder sentir melindrado; uma senhora levanta-se e sai da sala, demonstrando estar incomodada. Melhor seria que tivesse contraditado, logo ali, digo eu!);
6 - Quem não estudou por livros não sabe o que perdeu;
7 - À guisa de justificação para o título deste seu livro aconselhou a leitura do último parágrafo do texto 1. Neste texto o autor aborda, duma forma pragmática, ao mesmo tempo filosófica, temas como a memória, os livros, as pessoas que o influenciaram, as instituições que lhe deixaram marcas na sua memória, o cerne da profissão de médico; invocando Santo Agostinho, termina: " De facto, nesta memória falada, a que responde, em silêncio, um eco interior, há algo de esquivo, de intangível, que me obriga a continuar a procurar como de facto a medicina me fez médico. Se algum dia o descobrir, talvez volte para contar".
2009/01/22
JOÃO LOBO ANTUNES em LEIRIA

A oportunidade deste post tem essencialmente a ver com o facto de que João Lobo Antunes vem, no próximo Sábado, a Leiria (livraria Arquivo) apresentar o seu livro “O Eco

Confesso que ainda não o li, mas estou curioso e interessado em começar a ler o que me for possível, deste, tal como o irmão ALA, Prémio Pessoa, que lhe foi atribuído em 2006.
Esta apresentação estará a cargo da conhecidíssima ex-professora de mais de, provavelmente, meia população de Leiria, ao longo de várias décadas de ensino desde os velhos tempos do Liceu Nacional de Leiria, Helena Carvalhão.
O livro O ECO SILENCIOSO reúne textos escritos, em larga maioria, nos últimos três anos.
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2009/01/18
25 anos após Ary dos Santos

Da Condição Humana
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Todos sofremos.
O mesmo ferro oculto
Nos rasga e nos estilhaça a carne exposta.
O mesmo sal nos queima os olhos vivos.
Em todos dorme
A humanidade que nos foi imposta.
Onde nos encontramos, divergimos.
É por sermos iguais que nos esquecemos
Que foi do mesmo sangue,
Que foi do mesmo ventre que surgimos.
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Faz hoje 25 anos que esta voz de poeta se calou...
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Foto da badana do livro "OBRA POÉTICA" de José Carlos Ary dos Santos.
Editorial Avante - 1994 (7ª Edição)
2009/01/16
Desassossego nocturno no Centro Histórico de Leiria
Já outra pessoa de família, idosa, bastante idosa, para além de outros residentes no Largo da Sé, também idosos, sofrem a bom sofrer, os efeitos nefastos desses desmandos.
Estou a dar ênfase a este tema na ressaca do efeito duma crónica publicada no último "Jornal de Leiria" sob o título "Moradores queixam-se do ruído de frequentadores de bares". É do conhecimento geral que estes excessos provêm quase na totalidade, de jovens estudantes, dada a grande quantidade de Universidades e Institutos instalados em Leiria.
Sabem como é que a Polícia reage a estas denúnicas públicas? "A PSP desconhece "denúncias formais (exceptuando uma ou outra) que atestem a prática continuada de excesso de ruído". O chefe de Relações Públicas da PSP de Leiria esclarece que existe um policiamento assíduo na zona dos bares, com especial atenção aos horários de funcionamento".
Pois. O problema é que é precisamente depois das duas horas da madrugada que os excessos que impedem as pessoas que vivem nessa zona possam descansar durante a noite, não são controlados policialmente como se impunha. Sei que os telefonemas para a polícia a essas horas da madrugada são frequentes, mas a reacção da polícia não tem tido a eficácia desejada, até porque ou os bares fecham as portas com os clientes lá dentro ou as pessoas vêm para a rua, naturalmente toldados e faladores de voz alta e grossa.
Resumindo: o convívio entre os moradores do Centro Histórico e os Bares não está a revelar-se nada fácil. A Autarquia Leiriense também não tem tomado as melhores medidas com vista a se pôr ordem na cidade. Talvez seguir o exemplo de Tomar onde o Centro Histórico ficou salvaguardado da existência de tantos bares como em Leiria.
Doutra forma, o Centro Histórico corre o risco de se transformar numa zona desabitada e sem possibilidades de vingar como Grande Centro Comercial a não ser na área dos bares. Ou seja, passará a ser a zona nocturna e, ao mesmo tempo, soturna, da cidade.
É isto que se quer para o Centro Histórico de Leiria?!...
2009/01/15
Chove em Leiria
Depois de semanas de frio intenso em todo o País, eis que, hoje, (são 14h30), chove a cântaros em plena cidade de Leiria. A água que se acumula no Adro da Sé, jorra em bica para o meio da Rua D. Sancho I, provocando alguma perturbação no trânsito naquela zona, já por si, muito desarrumada e desorganizadíssima.
- continuar-se-á a abordar em próximas entradas a questão candente do Centro Histórico de Leiria.
2009/01/13
Cristiano Ronaldo vs livro de Artur Agostinho
Gostaria de aqui partilhar convosco alguns aspectos interessantes relacionados com o telefonema que o próprio Cristiano fez directamente para a RTP1, no Programa Prós e Contras coordenado por Fátima Campos, ao falar directamente com o nosso maior locutor de rádio de sempre, nomeadamente em programas desportivos, Artur Agostinho. Desde que me conheço que me habituei aos célebres relatos, com a sua voz inconfundível, através das ondas hertzianas, de qualquer parte do Mundo. Através da então Emissora Nacional, no modo romântico da chamada "banda lateral", nos 20 metros, em onda curta. Cá chegavam as suas palavras, fortes, sonantes, em português, ondeadas e, às vezes, intermitentes pelas condições de propagação, a transmitir-nos em directo, grandes feitos dos portugueses, em todas as áreas ,designadamente nas diversas áreas desportivas. Jamais o poderei esquecer, Artur Agostinho!
O melhor jogador do Mundo, nessa intervenção telefónica que fez no programa "Prós e Contras" revelou o livro que actualmente está a ler: "Ninguém Morre Duas Vezes", de Artur Agostinho. Pessoalmente, ainda mais radiante estou porque assisti ao lançamento desse livro, tenho o autógrafo do autor e foi editado pela editora leiriense Folheto Edições, de cuja equipa muito prezo em ser amigo. Através da qual, também , já publiquei dois livros e a Zaida três. Passe a publicidade. Meras coincidências, ainda que muito agradáveis, pela oportunidade do momento.
Artur Agostinho foi um dos convidados do "Prós e Contras" e durante a terceira parte Cristiano Ronaldo ligou para o Programa onde falou com alguns dos convidados, não deixando de dirigir algumas palavras a Artur Agostinho e salientar que está a ler o seu mais recente romance: "Estou a ler o livro que me mandou... já estou a meio do livro, estou quase a acabar", afirmou Cristiano Ronaldo.
"Ninguém Morre Duas Vezes" é um romance policial onde a personagem principal é um jovem que depois de passar maus momentos pelo mundo da droga consegue fugir a esse flagelo que afecta milhares de jovens em todo o mundo.
Neste momento de alegria para Cristiano Ronaldo e também para os portugueses, a Folheto Edições não pode deixar de dar os parabéns ao melhor do Mundo pela FIFA, assim como sublinhar o facto de na noite em que este recebeu o tão honroso prémio ter revelado o livro que actualmente está a ler.
Imagino que para a Folheto Edições, com sede em Leiria, este é um grande motivo de orgulho por saber que o melhor jogador do Mundo, no momento em que recebe o referido prémio, está a ler um livro editado por esta Editora.
Entretanto, Artur Agostinho bem merece tamanha publicidade!
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Parabéns Ronaldo. Nós, Portugueses, contamos contigo para irmos ao próximo Mundial de Futebol!
2009/01/10
2009/01/09
Leiria - Frio e Sol matinal
(clic para poder admirar a beleza das paisagens)
2009/01/07
Deus e o Médio Oriente

Uma mulher e uma criança na faixa de Gaza sob ataque feroz e decidido de Israel contra os Palestinianos do Hamas. (?!). O problema é que as os canhões, as metralhadoras e os mísseis ainda não conseguem distinguir os combatentes armados dos civis indefesos.
É frequente ouvirem-se as pessoas questionarem-se acerca de qual das partes beligerantes neste conflito israelo-árabe tem razão. E assistimos a casos caricatos em que se tomam posições sem qualquer conhecimento de causa, parecendo mais que se está a tomar partido por uma equipa de futebol ou por outra. O assunto é muito mais sério e de extrema complexidade justificando uma análise profunda até aos tempos bíblicos de toda aquela zona do Médio Oriente.
Precisamente porque senti necessidade de me informar o mais correctamente possível, meti mãos a essa tarefa de estudar esta matéria com a maior profundidade que me foi possível.
Por quê tanto radicalismo fundamentalista religioso e tanto sacrifício humano durante gerações sucessivas?
Será que teremos que viver eternamente sob os efeitos deste terrível "castigo" de Deus?...e dos homens (mais recentemente, no pós-II Guerra Mundial)?... Tanta brutalidade e fanatismo!
- Aconselho vivamente a leitura deste post (aqui) .Escrito pela minha amiga Alda com uma clareza e frontalidade que não me canso de propalar. Sem mesuras minhas...
2009/01/04
2009 - Que perspectivas?
2009/01/02
Fado caseiro na noite de 31/12/2008 para 1/1/2009
A noite já ia avançada e estava animada. Cantava-se (brincava-se) o Fado castiço. O cantor, que quer manter o anonimato - até me ameaçou com um processo judicial!!! - tem uma longa experiência (como amador, está bom de ver) mas está reformado e já perdeu alguma da rotina e juventude de outros tempos. No entanto, os participantes na Festa de Passagem de Ano, colaboraram, e de que maneira, com as habituais bocas inerentes a circunstâncias como a presente.
BOM ANO NOVO!