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2026/05/25

Serra da Estrela: 23 maio de 2026 Encontro dos irmãos Almeida Nunes (do Casal de Ribafeita) e companhia

𝐑𝐞𝐜𝐞𝐛𝐨 𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐮𝐛𝐢𝐫 𝐚 𝐦𝐨𝐧𝐭𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐞 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚𝐨 𝐦𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐩𝐢𝐨𝐫𝐧𝐨𝐬 𝐞 𝐨𝐥𝐡𝐚𝐫 𝐨 𝐡𝐨𝐫𝐢𝐳𝐨𝐧𝐭𝐞 𝐚 𝟏𝟕𝟎𝟎 𝐦𝐞𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐚𝐥𝐭𝐢𝐭𝐮𝐝𝐞. 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐧𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐥𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐞𝐦𝐨 𝐨𝐜𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚. 𝐃𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨 𝐚𝐜𝐞𝐢𝐭𝐞 𝐚𝐩𝐞𝐬𝐚𝐫 𝐝𝐚𝐬 𝐥𝐢𝐦𝐢𝐭𝐚çõ𝐞𝐬 𝐟í𝐬𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐞 𝐢𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞𝐟𝐫𝐨𝐧𝐭𝐚𝐫. 𝐇𝐚𝐣𝐚 𝐜𝐨𝐫𝐚𝐠𝐞𝐦, 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐭𝐚𝐦𝐛é𝐦 𝐭𝐞𝐧𝐡𝐚𝐦 𝐩𝐞𝐬𝐨 𝐞 𝐚 𝐛𝐚𝐥𝐚𝐧ç𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐞𝐣𝐚 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐯𝐞𝐳 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐚𝐥𝐢𝐛𝐫𝐚𝐝𝐚...

𝐀 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐦𝐢𝐫𝐚 𝐭𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐨 𝐢𝐧𝐟𝐢𝐧𝐢𝐭𝐨... 𝐭𝐚𝐥𝐯𝐞𝐳 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐚𝐥é𝐦!!!...
𝐃𝐨 𝐚𝐥𝐭𝐨, 𝐧𝐨 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐨 𝐠𝐞𝐨𝐝é𝐬𝐢𝐜𝐨 𝐯𝐢𝐬í𝐯𝐞𝐥 𝐧𝐨 𝐭𝐨𝐩𝐨 𝐝𝐚 𝐟𝐨𝐭𝐨, 𝐮𝐦 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐨 𝐚𝐜𝐢𝐦𝐚 𝐝𝐨 𝐦í𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐦𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨𝐮𝐫𝐨 (𝐝𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐨𝐜𝐮𝐥𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐢𝐦𝐚𝐠𝐞𝐦) 𝐬𝐢𝐭𝐨 𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐚 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐫 à𝐬 𝐏𝐞𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐒𝐚ú𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐬𝐨𝐛𝐞, 𝐚 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝟑𝟔𝟎º 𝐧𝐚 𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐨 𝐡𝐨𝐫𝐢𝐳𝐨𝐧𝐭𝐞, 𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐳𝐢𝐠𝐮𝐞𝐳𝐚𝐠𝐮𝐞𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐢𝐝𝐚 í𝐧𝐠𝐫𝐞𝐦𝐞 𝐫𝐮𝐦𝐨 𝐚𝐨 𝐯𝐚𝐥𝐞 𝐠𝐥𝐚𝐜𝐢𝐚𝐫 𝐝𝐚 𝐒𝐞𝐫𝐫𝐚 (𝐂𝐨𝐯ã𝐨
𝐝´𝐀𝐦𝐞𝐭𝐚𝐝𝐞) é 𝐝𝐞𝐬𝐥𝐮𝐦𝐛𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐚𝐥𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐩𝐢𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 !!!
𝐒ó 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐬 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨𝐬 𝐩𝐫ó𝐩𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐨𝐥𝐡𝐨𝐬!
𝐀 𝐒𝐞𝐫𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐞𝐥𝐚 é 𝐮𝐦 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐨𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐢𝐧𝐝𝐢𝐬í𝐯𝐞𝐢𝐬!!! 𝐂𝐚𝐝𝐚 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐭𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐯𝐢𝐯𝐢𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐬𝐞 𝐚 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐞 𝐯𝐢𝐬ã𝐨 𝐟𝐨𝐬𝐬𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐮𝐫𝐯𝐚 𝐢𝐦𝐚𝐠𝐢𝐧á𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐮𝐦 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐢𝐧𝐨 𝐢𝐧𝐝𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐚𝐝𝐨...
.. 𝐞 𝐬𝐞, 𝐞𝐦 𝐬𝐢𝐦𝐮𝐥𝐭â𝐧𝐞𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐞𝐦 𝐨𝐬 𝐟𝐢𝐥𝐡𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐢𝐬, 𝐪𝐮𝐞 𝐬ã𝐨 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨, 𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐬𝐞𝐮𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬/𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐯𝐢𝐝𝐚, 𝐚 𝐞𝐦𝐨çã𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞𝐱𝐭𝐫𝐚𝐯𝐚𝐬𝐚 𝐚 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐩𝐫ó𝐩𝐫𝐢𝐚 𝐢𝐦𝐚𝐠𝐢𝐧𝐚çã𝐨.
𝐍ó𝐬 𝐬𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 !!!! ...
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Foi um fim de semana, organização da responsabilidade da Lurdes Nunes Fonseca. Encontrámo-nos nas Penhas da Saúde e usámos o seu apartamento e as instalações da Pousada da Juventude, onde almoçámos no Sábado e dormimos de sábado para domingo.
Vai aqui ficar, para memória futura, uma reportagem fotográfica de aspectos relacionados com a nossa estada.
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2012/08/28

Acabe-se com esta crise, Já !

A Serra da Estrela vista dum 2º andar na zona de Caçador - Viseu
As glicínias em floração de fim de Verão - Orgens-Viseu

Segundo diz um velho ditado, os economistas sabem o preço de tudo e o valor de nada.

E há muita verdade nesta acusação. É que os economistas dedicam uma grande parte do seu tempo a formular teorias sobre a circulação do dinheiro e a produção de bens.
O que às vezes parece que se esquecem é que só pode haver produção de bens se a circulação do dinheiro se processar de forma a que haja consumo, o que só é possível se a economia conseguir gerar emprego.

Ou seja, há muitos economistas, alguns à frente dos governos de países, que se esquecem dramaticamente que a felicidade ou "satisfação com a vida" estão relacionados com os índices de bem-estar das pessoas e que estes têm a ver com muitos outros aspetos da vida.

A vida é muito mais que o dinheiro mas este é imprescindível que chegue à carteira de todos. Como, se o desemprego que campeia pelas economias de todo o mundo, a pretexto do combate à recessão, é cada vez maior porque os economistas dramatizaram as suas teorias económicas orientado-as quase que exclusivamente no sentido da redução drástica do emprego?

O desastre económico (mas essencialmente social) que estamos a viver é, acima de tudo, um problema humano e não o dinheiro que, entretanto, tem sido perdido pelas grandes riquezas.

Enquanto houver tanto desemprego a vantagem de se ser rico tende literalmente a ser igual a zero.
O medo de perder dinheiro está a levar os ricos a pagarem para que o seu dinheiro fique salvaguardado nos cofres dos países ditos grandes e fortes.
Pura ilusão.

Vem aí uma Nova Ordem Mundial. 
Não há alternativa !
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(baseado na leitura do livro de Paul Krugman (Prémio Nobel da Economia), "Acabem com esta crise. Já !" )
@asnunes

2011/10/10

Forca medieval...


Não, na Idade Média não se vestia assim. Mas...
Depois de uma subida por caminhos íngremes, pedregosos, um autêntico calvário até lá chegar ao cimo da serra, na localidade de Fornotelheiro, concelho de Celorico da Beira, encenámos esta fotografia.
O local é ermo, a paisagem à volta, mítica. Mais parece um local de passagem divina que o sítio onde se enforcavam pessoas, na Idade Média. 
Uma sensação estranha!...


O interior Centro, toda a Beira-Alta, Distritos de Viseu, Guarda, Covilhã, mostram-nos, a todo o passo, recantos naturais de uma beleza estonteante.


(E muitos de nós, portugueses, em vez de nos esforçarmos por conhecer o nosso próprio país, gastamos os nossos subsídios de férias nos ditos locais exóticos na América Central e outros, encafuados nos complexos turísticos (iguais em todo o lado) e pouco mais! 
Não concordam que devemos dar prioridade ao turismo no nosso próprio país? Não nos podemos esquecer que Portugal, sendo um país pequeno, contém na sua área geográfica, uma autêntica manta de retalhos de todo o mundo, seja em termos paisagísticos, seja em temperaturas ambiente, montanha, planície, vales fabulosos, praia, valor e beleza do património histórico.)

Mesmo quando se nota a presença do Homem desde os tempos mais recuados.
Serra, formações graníticas de extraordinária beleza são uma constante na paisagem de toda esta área à volta da cordilheira onde se integra a majestosa Serra da Estrela.
@as-nunes
Posted by Picasa

2006/02/14

Santuário de Nª Sra. do Desterro - Seia


Ainda acerca do post anterior. Acabei de consultar na internet, informações acerca da área do Santuário de Nª Sra. do Desterro. Consultei dois sites, um dos quais da responsabilidade da Câmara Municipa de Seia. Fiquei com curiosidade de saber pormenores acerca do funcionamento da Confraria da Sra. do Desterro. Ainda continuo na dúvida acerca do nome da capela cuja silhueta lateral coloquei neste blog. Acabei de pedir ao Serviço de Relações Públicas da C.M. de Seia, por e-mail, pormenores sobre este Santuário e a respectiva confraria.

Para uma possível orientação de quem consultar este blog aqui deixo o mapa daquele sítio da Serra da Estrela (já no sopé) junto à primeira central hidroeléctrica de Portugal.
<--- Mapa retirado do site da CM Seia.

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Do livro "O Culto de Nossa Sra." do Pde. João Marques Lopes
( Publicado em 1942 )

A pouco metros da margem do rio Alva e a 3 Kms de São Romão, fica situado o Santuário de Nossa Senhora do Desterro.
É tradição que, nestes sítios, apareceram sucessivamente as imagens de Nossa Senhora, do menino Jesus e de S. José. A tradição diz que Nossa Senhora apareceu no local onde hoje está a Capela do Senhor do Calvário e o menino Jesus onde hoje está a capelinha de Nossa Senhora das Dores, vulgarmente chamada capela do nicho.
Em 1650, logo após as aparições das Santas Imagens, erigiu-se a Ermida a que foi dado o nome de Nossa Senhora do Desterro. Não obstante ter ali aparecido a Sagrada Família, o Santuário foi dedicado a Santíssima. Virgem sob a invocação do Desterro, aludindo ao seu desterro no Egipto.
Em pouco tempo este Santuário tornou-se um dos mais célebres e as suas romarias das mais concorridas da Beira-Baixa. Com o produto das esmolas dos fiéis, doações. etc., construíram-se mais nove capelas, duma e outra margem do Alva, representando alguns mistérios do Rosário. O local é dos mais aprazíveis da região, pela sua beleza e quietude natural.
Outras Capelas da Senhora do Desterro

Sra. da Anunciação
Esta Capela nada apresenta de extraordinário. Tem apenas a imagem de Nossa Senhora mergulhada em oração.
Sra. da Apresentação
Três magnificas esculturas adornam esta capela. O Santo Velho Simeão, venerado pela sua idade e pelo seu temor a Deus, sustenta em seus braços o Menino Jesus. Nossa Senhora e S. José, de joelhos. Na frente de S. José está o cestinho com o par de rôlas preceituado pela lei para resgate do primogénito.
Sra. dos Prazeres ou dos Doutores
Ao centro, vê-se a imagem do Menino Jesus discutindo com os doutores da Lei. Em tronos, ao longo da Capela, estão sentados quatro doutores que ouvem estupefactos uma criança de doze anos e admiram tão grande sabedoria nesta idade. Um deles, porem, de livro aberto sobre o joelho, parece estar embebido ao estudo das Escrituras e não prestar atenção às lições de Jesus Menino. O povo dá a este o nome de Doutor Teimoso.
Sra. da Piedade
Representa esta capela o descimento da Cruz e Maria com o seu filho morto nos braços. Era aqui que outrora se armava o Presépio em dia de Natal.

Sra. da Apresentação


Sra. do Encontro
Ao lado da capela de N. Senhora dos Prazeres, vê-se esta capela, também igualmente cheia de simplicidade, representando o quarto Mistérios doloroso do Rosário - Nosso Senhor caminhando para o calvário debaixo do pesado madeiro e o encontro de Sua Santíssima Mãe nesta via dolorosa. Também não tem altar.
Sra. das Dores
Vulgarmente é chamada do nicho. Por isto se supõe ter sido neste lugar a aparição. Ultimamente ( 1942 ) tem estado abandonada. Foi reparada em 1942 e aberta ao culto em Agosto do mesmo ano, sendo então dedicada a Nossa Senhora das Dores.
Tem no interior uma pintura da Verónica. Outrora tinha, num nicho aberto na parede, a imagem de São Roque. Neste mesmo lugar foi colocada a imagem de N. Senhora das Dores.

Sra. da Boa Viagem
No largo da ermida há mais esta capela consagrada à Estrela do Mar. Em 1879 José de Brito Freire de Vasconcelos e sua esposa, vendo-se perdidos no mar, junto da Serra Leoa, suplicaram auxílio a N. Senhora da Boa Viagem, bendita Estrela dos Mares.
A sua oração foi atendida e, em reconhecimento de graça tão singular, mandaram levantar aqui uma capela sob a invocação de N. Senhora da Boa Viagem. Além da imagem da sua titular tem mais as de Nossa Senhora de Fátima e Lourdes.

Oração de Jesus no Horto
É cheia de simplicidade. Não tem altar. Tem uma pequena elevação de terreno ao centro e no cimo a imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo, de joelhos e olhos fito no céu, dirigindo ao Seu Eterno Pai, no Horto das oliveiras, a Sua Oração:
«
Pai, se é possivel, afastai de mim este cálice, mas não se faça a minha vontade..»
Suspenso do tecto está o Anjo, descrito pelo Evangelista S. Lucas, com o cálice na mão, confortando o Senhor na Sua mortal agonia.

Senhor do Calvário
Finalmente, a uma distancia de 400 metros da Igreja de N. Senhora do Desterro, no alto do monte que domina a vila de São Romão, levanta-se a Capela do Nosso Senhor do Calvário, convidando à meditação do ultimo mistério doloroso do Santo Rosário - a Crucificação. Tem duas imagens: a do Senhor pregado na Cruz e a de Nossa Senhora da Soledade.