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2026/02/23
2022/10/09
2021/06/04
2021/05/28
Diário do meu jardim/quintal: 28-05-2021 (Açucenas, Solanun Rantonnetti)
Tenho um blogue dedicado ao meu jardim nos Lourais - Barreira - Leiria (https://diariodumjardim.blogspot.com/).
No entanto, nos últimos tempos, tenho-me andado a sentir um pouco cansado de tantas redes sociais, blogues, e demais informação digital a Web.
Por isso tenho este verbete no meu blogue auxiliar de memória. E aqui tenho publicado notas complementares a esse meu outro blogue.
Hoje, quero mostrar uma açucena na companhia da Solanun (flores sedosas de cor azul) tal como estavam ontem e hoje: o sol a fazer o seu trabalho num amplexo com a Terra e as suas evoluções de translação em sua volta.
Mais em:
2021/05/21
2020/03/15
in blogue "O Diário dum Jardim"
As últimas plantas/flores que foram plantadas no meu Jardim.
Também serve para deixar aqui uma referência a este meu outro blogue, um outro dos velhinhos que ainda tenho activos:
Também serve para deixar aqui uma referência a este meu outro blogue, um outro dos velhinhos que ainda tenho activos:

Acerca desta planta:
2019/09/04
a natureza das coisas - agapanto
as flores são um mundo
incrível
em comum com todos os outros
que não conseguimos perceber
constatamos que os ciclos
das coisas na Terra
estão mudados
se os compararmos
com os de tempos passados
este ´agapanto`
estará fora de tempo
a demonstrar que o tempo
não tem tempo
que a natureza das coisas
continua muito para além
do espaço do algoritmo
e dos vazios do próprio Homem…
a d´almeida nunes
4set19-Lourais-Leiria
2019/06/01
a morte é uma flor
(Uma "alcea rosea" lado a lado com uma jovem macieira, jazida do tico, hortênsia de flores azuis)
cinco pontos
estão marcados
indelevelmente
no meu quintal
qual o mais memorável
tais que neles jazem
animais inesquecíveis
companheiros de vida
tuiki lili lala tico rapazito
fragmentos cósmicos
do meio do meu ser
ele próprio um
que deixando de estar
continuará a ser
´a morte é uma flor`
a d´almeida nunes
1jun2019
2019/05/01
primeiro de maio e outras coisas
primeiro dia de maio
o trabalhador humano
manifesta-se nas ruas
as outras coisas
de que é feito o mundo
manifestam-se também
mais ou menos por todo o lado
e o homem não as ouve
nem sequer para elas olha
as mais das vezes
no meu quintal
virada a norte
uma macieira
mostra as suas flores
fruto do seu trabalho
incansável
gosto delas
do gesto poético
da sua presença
todos os anos
talvez há tantos
quanto o tempo tem
a d´almeida nunes
2019/03/09
2019/03/06
2019/03/03
Um pessegueiro encantado por um canário
(fundo preto: alcatrão da minha rua. Foto tirada de cima do telhado da casa)
sou aquele
pessegueiro
que num quintal mora
nos Lourais
nos Lourais
até agora
só pouso de pardais
a
doença e a melancolia
que me têm apoquentado
desde que aqui fui plantado
longos anos já passados
não me têm permitido
criar pêssegos
como está determinado
que assim deva suceder
que me têm apoquentado
desde que aqui fui plantado
longos anos já passados
não me têm permitido
criar pêssegos
como está determinado
que assim deva suceder
e
pergunto
se há algo de errado
comigo
se há algo de errado
comigo
reparem
na minha floração
será
que este ano
eu vou
dar pêssegos ?
aDa
pp do pessegueiro
2018/07/11
Diário do meu quintal/jardim - Erva do Caril 11jul2018
A flor do caril, como a designamos por comodismo. Planta dotada de fragrâncias extraordinarias a caril. É usada em culinária.
Uma das plantas do meu jardim (ver também http://diariodumjardim.blogspot.com/ )
Descrição e história desta planta:
http://cantinhodasaromaticas.blogspot.com/2008/03/uma-enorme-coincidncia.html :
Uma enorme coincidência
A Erva-do-caril (Helychrisum italicum) constitui, para os apreciadores de especiarias, uma bela surpresa, pela coincidência impressionante do forte aroma que toda a planta liberta, exactamente igual à mistura de especiarias conhecida como caril, embora menos intenso. Esta mistura é normalmente composta por especiarias moídas. A maior parte das misturas de caril são feitas com 10 a 20 ou mais especiarias, não existindo uma fórmula padrão. A cor amarela resulta da utilização de açafrão moído. Os ingredientes mais importantes do caril são: gengibre, cardamomo, cominhos, pimenta, coentros, pimenta-da-Jamaica e sementes de feno-grego. São também utilizadas especiarias como cravinho, canela, flor de noz-moscada, pimenta-de-caiena, paprica, assim como leite de coco em pó e erva-príncipe. Depois de sabermos tudo isto, e após cheirarmos a nossa planta, é de ficar impressionado com a enorme coincidência!!!
Ocorrendo como espontânea no nosso país, é muitas vezes confundida com uma espécie semelhante, designada por perpétua-das-areias (Helychrisum stoechas).
Várias subespécies desta planta ocorrem no Mediterrâneo, algumas das quais em Portugal, principalmente em habitats junto ao litoral, em toda a nossa costa. São plantas muito bonitas, que apesar da rusticidade dos seus habitats, mantêm sempre uma folhagem cinzenta, atraente, e flores ‘semprevivas’. É impossível que passem despercebidas quando atravessámos as dunas e sentimos no ar o seu forte aroma a caril.
Várias subespécies desta planta ocorrem no Mediterrâneo, algumas das quais em Portugal, principalmente em habitats junto ao litoral, em toda a nossa costa. São plantas muito bonitas, que apesar da rusticidade dos seus habitats, mantêm sempre uma folhagem cinzenta, atraente, e flores ‘semprevivas’. É impossível que passem despercebidas quando atravessámos as dunas e sentimos no ar o seu forte aroma a caril.
Arbusto perene, atingindo uma altura de 60 cm e um diâmetro de 80-100 cm, extremamente rústico e adaptável às piores condições de aridez no nosso clima, apresenta floração abundante e duradoira, de cor amarelo forte, entre Junho-Setembro. tolera temperaturas negativas.
Como ornamentais, constituem óptimas alternativas para sebes e bordaduras, ou para jardins públicos e privados próximos do mar ou em zonas de interior com baixa pluviosidade.
É muito frequente observar que junto às praias, ainda se continua a plantar o tradicional chorão, cuja propagação e comercialização está proibida pela legislação nacional, pelo facto de serem plantas invasivas e devastadoras destes habitats. Também se plantam com frequência espécies totalmente desadequadas por não se adaptarem à proximidade do mar. Esta espécie, bem como outras autóctones, já lá existem há milhares de anos!!! E cada uma mais bonita do que a outra!!!
Gosta de solos bem drenados, secos, bem expostos ao sol. Muito sensível ao excesso de água no solo, acabando as plantas por morrer em situações de má drenagem. Deve ser severamente podada no final do Verão, após a floração, para manter rebentos jovens e vigorosos.
Sensível ao oídio e a podridões radiculares. Evitar regas molhando as folhas e o excesso de água no solo. Caracóis e lesmas podem provocar alguns estragos nas plantas jovens.
Utilizam-se as folhas e flores. Devem ser obtidas frescas, uma vez que perdem a sua delicada fragrância quando secas. O seu óleo essencial é utilizado no tratamento de cicatrizes e de lesões musculares e encontra-se na composição de diversos produtos de tratamento utilizados por atletas de alta competição, bem como de diversos cosméticos há venda em lojas da especialidade por todo o país. Tem propriedades anti-microbianas, anti-inflamatórias e antioxidantes. Existe pelo menos uma plantação com fins comerciais no nosso país, que visa a produção da planta seca para exportação.
As suas folhas são utilizadas em culinária, para adicionar a saladas e pratos de arroz, dando um leve e agradável sabor a caril.
Para comprar esta planta, clique aqui.
Ver também:
http://jardimautoctone.blogspot.com/2013/01/perpetua-das-areias-helichrysum-stoechas.html
2018/06/23
Escrever uma canção às rosas do meu jardim
estudo para aprender
segundo o que dizem os livros
mas algo estranho
se passa comigo
só consigo apreender
o que os meus olhos veem
e o que escrevo
como se estivesse
a enxertar uma cepa torta
tenho ouvido
as rosas do meu jardim
a falarem entre si
as brancas pintadas de cal
as amarelas em tons de limão
como se eu não existisse
mas não
que elas alindam-se todas
quando eu me aproximo
ainda hei-de ser capaz
de lhes escrever
uma canção
a DAlmeida
fb28maio18
2018/02/25
2017/10/06
As primeiras estrelícias no meu jardim ao fim de 20 anos a mudar a planta de lugar.
As primeiras estrelícias que conseguimos produzir no nosso jardim a partir duma planta que trouxemos da Madeira há cerca de 20 anos. Foi uma grande surpresa. E logo com todo este esplendor.
A estrelícia ou ave do paraíso, de nome científico Strelitzia reginae, é uma planta herbácea, perene rizomatosa originária da África do Sul, com aproximadamente 1,20 m de altura, de folhas duras, grandes e ovoladas com pecíolos bastante compridos. É cultivada em jardins de regiões tropicais e sub-tropicais e bastante apreciada pela beleza das suas flores, que com aproximadamente 15 cm são de cor laranja e azul e assemelham-se à cabeça de uma ave do paraíso.
O termo científico desta planta "Strelitzia reginae" do Latim = estrelícia da rainha, em homenagem à rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra, morta em 1818. (WI)
2017/06/01
Adeus maio de 2017
Um passeio pelo meu jardim com fundo musical e voz de Pedro Jordão e poema de Carlos Lopes Pires.
O trabalho, imaginação e empenho da Zaida são visíveis...
2017/04/16
Trevo ou erva-azeda no meu jardim/quintal
Fotografia nesta data, no meu jardim/quintal. Centro Oeste de Portugal.
Se formos à wikipédia:
- Botânica
- Oxalis pes-caprae — planta conhecida popularmente como trevo-amarelo ou azeda
------
- Trifolium — planta conhecida popularmente como trevo
- Marsilea quadrifolia — planta conhecida popularmente como trevo-de-quatro-folhas
Confirmado na minha Enciclopédia Botânica.
2016/11/17
pelo meu jardim com Leonard Cohen - Suzanne
Enquanto o tempo não enjoa, que já vejo nuvens a Este, tocadas a vento, ligeiro por enquanto, vindo de norte, escuras, cinzento-escuro, no momento em que estou a fazer esta edição.
Por volta do meio dia dei um giro pelo meu jardim de máquina fotográfica na mão para uma sessão de fotografia. O tempo estava majestoso, sol a rodos, temperatura amena.
Lembrei-me de fotografar vários aspetos do chão, que tenho andado, ao longo destes últimos 25 anos, a construir pelas minhas próprias mãos.
Quando vim para aqui morar, casa comprada a prestações ao banco, ainda era tempo de juros que chegaram a atingir os 24%, todo o chão, aqui à volta, era em terra batida, simplesmente.
Um dia destes ainda aqui mostro uma fotografia de helicóptero que me tiraram à casa. Talvez em 1995. Vê-se um bocadito de erva/relva, o princípio dum caminho, nada mais.
Foi a melhor forma que encontrei para ouvir, mais uma vez, Leonard Cohen, na sua canção "Suzanne"...
... e recordo o Ateneu Desportivo de Leiria, com o que sobrou duma placa de sinalização dum jacarandá que ainda vive no Largo da Sé, em Leiria. Na altura, aquele Largo, assim como outros sítios da zona histórica, andavam em obras de repavimentação. Este painel andou aos rebolões pelo chão, quis entregá-lo aos serviços, não ligaram ao assunto, que tipo mais esquisito, para que serve esta coisa, vai daí, guardei-o, durante meses, ao fundo das escadas do prédio. Voltei a falar no assunto, ninguém se importou, coisa de somenos importância.
E pronto. Acabei por o integrar no painel de caminhos e recantos calcetados do meu jardim...
Todos os que foram colocados na Praça Rodrigues Lobo, pelo menos esses, estão completamente apagados. As pessoas encostam-se às árvores e apoiam um pé, no painel, os anos passam e o desgaste é inevitável. É pena.
Por altura da colocação desses painéis identificativos no solo, junto a árvores e arbustos, pela cidade de Leiria, estávamos a comemorar 50 anos desde que o Ateneu Desportivo de Leiria foi criado. Mais precisamente, no dia 1 de Março de 1997.
Cheguei a fazer parte duma direção nos anos 80.
E pronto. Acabei por o integrar no painel de caminhos e recantos calcetados do meu jardim...
Todos os que foram colocados na Praça Rodrigues Lobo, pelo menos esses, estão completamente apagados. As pessoas encostam-se às árvores e apoiam um pé, no painel, os anos passam e o desgaste é inevitável. É pena.
Por altura da colocação desses painéis identificativos no solo, junto a árvores e arbustos, pela cidade de Leiria, estávamos a comemorar 50 anos desde que o Ateneu Desportivo de Leiria foi criado. Mais precisamente, no dia 1 de Março de 1997.
Cheguei a fazer parte duma direção nos anos 80.
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