2013/07/15
Castelo de Leiria e os freixos
Castelo de Leiria emoldurado por um freixo.
O freixo, é, talvez, a árvore mais tipicamente autótone desta zona de Leiria, do seu castelo (é verdade, dentro do próprio castelo e nos terrenos do morro circundante) e das margens do Lis. Sem esquecer o choupo, o amieiro, o salgueiro...
2013/07/14
Zaida, hoje e sempre
A Zaida em Março de 2013 - tertúlia no Soutocico
Amor para sempre
Uma ideia tenho minha
Encantos de juventude
Uma amora madurinha
É esta a nossa virtude
Um amor de longa vida
Zaida é o teu nome
Uma vida assim sentida
Primavera que não some
Versos estes no momento
Falam d’amor para sempre
Com o eterno pensamento
Em ti tão bem presente
Poema com rima vertida
Pudera eu te escrever
Do amor da minha vida
Com a força do meu ser
Leiria, 21 de Março de 2010
Hoje escrevia o mesmo...
(encontrei este poema numa pen. Antigamente dizia-se, encontrei estas linhas escritas nuns papéis atirados para dentro duma gaveta... sem fundo.)
@as-nunes
(encontrei este poema numa pen. Antigamente dizia-se, encontrei estas linhas escritas nuns papéis atirados para dentro duma gaveta... sem fundo.)
@as-nunes
2013/07/11
Sobre a história da freguesia da Barreira - Leiria, pode ler-se:
...
António Almeida Santos Nunes
Caminhos Entrelaçados na Freguesia da Barreira - Leiria, Ed. Junta de Freguesia da Barreira, 2005
e outros autores:
- Júlia Moniz e António Rodrigues da Cruz, Tardes de Domingo, Jorlis, 2004;
- António Borges da Cunha, Ed. Folheto 2004
-
ver nota 10, p. 169 de
Saul António Gomes
Notícias e
Memórias Paroquiais
Setecentistas
Livro 8 da Coleção "Província da Estremadura"
Ed. Palimage, 2009
-
Biblioteca AZ-António & Zaida
Reg. nº 1934, 16Jul2013
lINK PARA VER OS REGISTOS EM FORMATO EXCELL : LINK
----
Também se pode consultar http://barreira.no.sapo.pt para se saber do livro "General Oliveira Simões - Poesia e Prosa", ed. 1997 da Junta.
...
António Almeida Santos Nunes
Caminhos Entrelaçados na Freguesia da Barreira - Leiria, Ed. Junta de Freguesia da Barreira, 2005
e outros autores:
- Júlia Moniz e António Rodrigues da Cruz, Tardes de Domingo, Jorlis, 2004;
- António Borges da Cunha, Ed. Folheto 2004
-
ver nota 10, p. 169 de
Saul António Gomes
Notícias e
Memórias Paroquiais
Setecentistas
Livro 8 da Coleção "Província da Estremadura"
Ed. Palimage, 2009
-
Biblioteca AZ-António & Zaida
Reg. nº 1934, 16Jul2013
lINK PARA VER OS REGISTOS EM FORMATO EXCELL : LINK
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Também se pode consultar http://barreira.no.sapo.pt para se saber do livro "General Oliveira Simões - Poesia e Prosa", ed. 1997 da Junta.
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TABUS , TABUS, TABUS... o homem dos Tabus...
Ato gratuito de mera birra?
E o Povo, snr presidente, e o Povo? Decida-se snr, decida-se! Ou então vá brincar para outro lado! .............
É isto atitude de Presidente da República num momento como este?!...
-
Mais um TABU na vida política portuguesa!
Já é de mais!
Dá vontade de usar um chorrilho de tabuísmos é o que é!
@as-nunes
2013/07/09
O vento vai mudar?! ...
A versão original foi cantada em 1967 por Eduardo Nascimento num célebre Festival da Eurovisão. Televisão a preto e branco e era um pau!
Será que o vento mudou de então para cá?!
E se mudou, quantas voltas de 360 graus já não obrigou os cata-ventos a dar?...
@as-nunes
2013/07/07
De volta a "O Crime do Padre Amaro"
Quem sobe para o castelo de Leiria, desde o Largo da Sé, pela Rua Cónego Sebastião da Costa Brites...
Por inspiração cá dumas coisas em que ando metido (não são saias) estou a reler com um entusiasmo que já não esperava, este romance do Eça, por alguns considerado o romance mais realista do século XIX. É que é mesmo. As ligações a personagens reais e que me são chegadas (por parentesco) são tantas que é um regalo esta releitura.
Demais, este romance é, realmente, uma obra-prima da literatura mundial!...
Então:
(...)
"Durante toda esta manhã de domingo, o padre Amaro, à volta da Sé, estivera ocupado em compor laboriosamente uma carta a Amélia. Impaciente, como ele dizia, «com aquelas relações que não andavam nem desandavam, que era olhar e apertos de mão e dali não passava» - tinha-lhe dado uma noite, à mesa do quino, um bilhetinho onde escrevera com boa letra, a tinta azul: - Desejo encontrá-la só, porque tenho muito que lhe falar. Onde pode ser sem inconveniente? Deus proteja o nosso afecto. Ela não respondera:
(...)Pode continuar a ler... aqui ia eu na página 198 da edição de 1964 da Lello & Irmãos- Editores, Porto...
O livro que estou a reler, ele próprio, tem uma história impensável para os dias de hoje! ...
@as-nunes
2013/07/04
Já Hipócrates o dizia
Fui ao Centro de Saúde Familiar
Dr. Gorjão Henriques, Leiria
Governo em greve de governar
Ainda assim o médico sorria ...
Obrigado Dr. Borrego Pires.
@as-nunes
2013/06/29
2013/06/25
2013/06/24
Vasco Graça Moura: programa da Antena Um em 26jun2013
clic em cima da fotografia de Vasco Graça Moura para ouvir um programa de uma hora da antena Um sobre a sua vida e obra, nesta altura dos 50 anos de atividade literária.
-
“Vidas que Contam”, um rádio documentário de natureza biográfica cujos protagonistas são homens e mulheres que se têm destacado na vida portuguesa nas últimas décadas. Programa de Ana Aranha. Às quartas, às 16 horas. Antena Um (98.7 Mhz- Leiria, Fátima).
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2013/06/23
Falar às aves
Uma singela legenda quero aqui deixar sob esta fotografia de hoje: andorinhas, acabadas de ser lançadas à vida, os progenitores por ali perto esvoaçavam, elas empoleiradas sem qualquer desconfiança no mundo...serenamente, ao longo do fio duma antena (G5RV, um simples dipolo, multi-banda) do sistema irradiante da minha estação de rádio-amador. Com esta antena consigo transmitir para todo o planeta em onda curta (dos 10 aos 80 metros, mesmo em 160 m de comprimento de onda).
Talvez que a paz do piar destas andorinhas se possa propagar por todo o planeta!
Talvez que chegue ao coração dos homens que julgam que mandam nos outros!
Talvez que o poema abaixo possa ter um título mais suave do que aquele que o seu autor lhe deu:
"Para um epitáfio".
Eu esquecer-me ia do mote original e diria, antes e tão só (mas o poema não foi escrito por mim):
Ele amava as aves,
e com elas se perdia
em longos passeios cor de areia.
Esperava-as de passagem junto às árvores,
ao pé dos rios,
e depois,
como se fosse verdade,
alçava os braços
e voava.
mas eu não sou
Carlos Lopes Pires
Falar às aves
ed. 1993
@as-nunes
2013/06/22
Apresento-vos a D. Herzília Magalhães
Hoje à tardinha...no meu jardim...
Esta camélia
já devia ter sido aqui apresentada,
aí em meados de Fevereiro
o mais tardar.
Este ano, porém,
o tempo tem bulhado demais
com os seus pergaminhos...
Só hoje é que dei por ela
meio disfarçada
por entre a folhagem
como que a procurar
entender
o que se passa...
Ouvi um olá
envergonhado
sussurrante
ondulante.
Eis a D. Herzília de Magalhães.
Não a podia deixar
assim
abandonada
desamparada.
Já a morrer
ainda agora acabada de nascer
fora de tempo...
É sempre bem vinda, D. Herzília! ...
@as-nunes
2013/06/21
Escrever um livro: uma aventura inolvidável e de contornos sempre imprevistos...
Escrever um livro monográfico, Biográfico e Antológico, tudo ao mesmo tempo, é cansativo.
E vai demorar a regressar aos tempos presentes...
@as-nunes
Acácio de Paiva
muito mais que o lídimo poeta Leiriense que se tem divulgado...
E quando se trata de falar de um personagem que desenvolveu uma intensa atividade literária, poeta, jornalística, dramaturgo, no decorrer de grande parte da primeira metade do século XX, a percorrer como Diretor de Jornal e redator de outros, é de nos sentirmos de regresso a tempos tão longínquos e tão atuais, que até arrepia...
E vai demorar a regressar aos tempos presentes...
@as-nunes
2013/06/20
2013/06/18
Que dizer?
Que fazer?
Mais precisamente é este o caso!
Será que cada um de nós não pode fazer um pouco mais por este país?
Será que só as elites é que ditam o rumo a seguir?
@as-nunes
2013/06/14
O Zé Povinho encravado
Em 1919... caricaturava-se o Estado da Nação ...
-
Fernando Pessoa escrevia, em tempos de Ditadura do Estado Novo de Salazar:
Sim, é o Estado Novo, e o povo
Ouviu, leu e assentiu.
Sim, isto é um Estado Novo
Pois é um estado de coisas
Que nunca antes se viu.
...
Hoje ouvi Passos Coelho na Assembleia da República.
Descarado, reforçou a ideia de que a Constituição não é para se cumprir.
Só falta proclamar uma Nova Constituição à revelia da Constituição em vigor!!!
@as-nunes
2013/06/13
Sto. António era careca...
Olhem só o manjerico
Que aqui vos ofereço eu
Não tem cheiro, é só imagem
O original é meu.
O que vale é a intenção
Disso não vão duvidar
Para mim, dispersamente,
Sei que vos vai encantar.
Que o dia de Santo António
Seja dia folgazão
Que sobre alguma alegria
Pra S. Pedro e S. João.
Zaida Paiva Nunes
notita:
Faço meus os versos da poeta precedente...
@as-nunes
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